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Um sopro de modernização qualificava Aracaju como a capital de todos os sergipanos. Milhares de famílias trocaram suas cidades e povoados e vieram alojar-se nos conjuntos habitacionais que surgiam em diversas áreas e que logo foram transformados em bairros. Novas escolas e colégios ampliaram a oferta de matrícula, nos vários graus de ensino. A Universidade Federal de Sergipe, criada em 1967 e instalada em 15 de maio de 1968, dava seus primeiros passos, consolidando a incorporação das seis Faculdades existentes: Direito, Filosofia, Química, Ciências Econômicas, Serviço Social e Medicina. O transporte urbano, feito por velhas marinetes e por kombis, era substituído por uma frota de ônibus. Um prédio, mais que outros, mostrava-se altaneiro na paisagem do centro da cidade, o Edifício Estado de Sergipe, que o povo rebatizou carinhosamente de Maria Feliciana, em alusão a mulher mais alta de Sergipe. Do outro lado da cidade, o Estádio Lourival Baptista, para a prática de futebol, era parte de um projeto que mais tarde foi completado com a construção do Parque Aquático e do Ginásio de Esportes Constâncio Vieira e inovava por ter, em sua estrutura, diversas salas de aulas, com as quais instalou a Escola 8 de Julho, homenageando a Emancipação Política de Sergipe.






Os serviços de saúde, no entanto, não atendiam satisfatoriamente a quem precisava de atendimento e tratamento. O SANDU, do Governo Federal, e o Pronto Socorro municipal cumpriam com esforço e abnegação dos seus médicos, rotinas de urgência em suas sedes, no centro da cidade. O velho Hospital de Cirurgia, que leva o nome do venerável médico Augusto César Leite, com sua função de Pronto Socorro era o destino das ambulâncias, que de todo o interior sergipano e ainda dos Estados de Bahia e Alagoas, lotavam as suas enfermarias, ambulatórios e consultórios. Prestando um enorme serviço público, o Hospital de Cirurgia fez, ao longo de sua história, enfrentando e vencendo crises, um esforço notável em favor da saúde pública em Sergipe.



O corpo clínico e de cirurgiões do Hospital das Clínicas Dr. Augusto Leite formava, naquele tempo, uma elite profissional, que garantia a prestação dos melhores serviços, credenciando seus médicos para as atividades de consultórios. O envelhecimento do seu Patrono – Augusto Leite - forçando seu afastamento do Hospital, motivava muitos dos médicos a que organizassem alternativas, com consultórios e clínicas que pudessem dotar Aracaju de uma estrutura de saúde pública, a altura das suas necessidades e aspirações. Havia, assim, um compromisso dos mais renomados profissionais, com o Hospital das Clínicas, considerada a “Casa do Povo, a Casa da Pobreza.”



UMA IDÉIA DE MÉDICOS

JOSÉ AUGUSTO BARRETO, Hugo Gurgel, Hider Gurgel, Nestor Piva, Carrera e João Garcez, adquiriram um terreno, no bairro São José, nas proximidades da Praça Tobias Barreto, com o propósito de construção de equipamentos de saúde, um hospital que pudesse preencher as lacunas que o velho Hospital das Clínicas Dr. Augusto Leite deixaria. A idéia, contudo, não prosperou. Cada um foi desistindo, sem realizar o plano de dotar a capital sergipana de um equipamento moderno e completo, para atender as necessidades da população. De todos, foi JOSÉ AUGUSTO BARRETO, já afamado cardiologista, com vasta clientela, o que tomou para si a iniciativa de construir uma Clínica, no terreno que adquirira, instalando-a e entregando-a ao uso público em 18 outubro de 1969, no Dia de São Lucas, o evangelista e médico sírio, Padroeiro dos Médicos.









Nascido na Antioquia, Síria, tido como homem, Lucas foi considerado uma das mais simpáticas figuras do Cristianismo, em todos os os tempos, desde que decidiu seguir, com fidelidade absoluta, o Apóstolo Paulo. Lucas pregou na Itália, na França na Dalmácia, que pertenceu ao Império Bizantino, mais tarde a Iugoslávia, e na Macedônia. Foi médico, literato, artista, autor de um dos mais citados Evangelhos. Lucas morreu aos 74 anos, na Bitinia, virgem como viveu.


No dizer do seu fundador JOSÉ AUGUSTO BARRETO, em pronunciamento feito na Câmara de Vereadores de Aracaju,


“Em outubro de 1969 germinou aqui da terra de um sonho, a CLÍNICA SÃO LUCAS. Esta obra foi edificada pelo sopro da graça de Deus e pelo calor do coração dos amigos que, juntos, atiçaram a chama que acendeu estas paredes e arquitetou os espaços de fé que cura todas as dores.”


Estava lançada a semente. Era uma clínica de Consultórios, Laboratórios e Raio X, além de uma Sala de Reunião, espaço marcante para a história da Clínica São Lucas, pelo impulso aos estudos e aos debates, que têm sido uma prática permanente entre médicos, gestores, profissionais das mais variadas formações. Várias autoridades testemunharam a inauguração da CLÍNICA SÃO LUCAS, destacando-se o Governador Lourival Baptista, o Arcebispo Dom José Vicente Távora, o venerando médico Augusto Leite, o clínico Carlos Melo, o cirurgião dentista João de Andrade Garcez, dentre outras figuras destacadas da vida sergipana que, com suas presenças, apoiavam a iniciativa.


O fundador da CLÍNICA SÃO LUCAS, JOSÉ AUGUSTO BARRETO acumulava as funções de clínico e de chefe do setor de Eletrocardiografia, o que indicava a tendência pela excelência em Cardiologia, que desenvolveu-se ao longo do tempo. Ao seu lado, Dietrich Wilhelm Todt, co-fundador, pneumologista baiano, atraído ao empreendimento por laços familiares e de amizade e confiança. Três médicos foram responsáveis pela organização do serviço de Radiologia: Airton Teles Barreto, Edson de Oliveira Freire e Conrado Neto. A parte referente aos Laboratórios ficou a cargo de Raimundo Araújo, contando com a colaboração de Joaquim Machado, que à época era estudante de Medicina. Mais adiante, participou da CLÍNICA o Dr. Rodolfo Barreto, com seu conceituado laboratório. Foram atraídos, também, os jovens médicos Henrique Batista, Geraldo Melo, que fizeram especialização no Rio de Janeiro, e mais Fernando Macedo, Maria Júlia Oliveira, Lauro Fontes, Evandro Sena e Silva e Gilton Rezende, que estiveram na linha de frente da CLÍNICA SÃO LUCAS, desde os seus primeiros passos, ajudando a construir uma história que vai sendo alongada no curso do tempo. Cabe destacar a presença colaboradora dos funcionários Antonio Mendonça da Cruz, Manoel Domício de Andrade, Osvaldo Bispo Paiva, Joel Guilherme de Brito e Maria Antonieta Nascimento, e do Contador Jurandir Conrado, que por anos seguidos, com dedicação e competência participou do projeto encabeçado pelos Drs. JOSÉ AUGUSTO BARRETO e DIETRICH TODT.



O Governador Lourival Baptista participou da solenidade de inauguração do Hospital São Lucas.


Aracaju tinha, então, a segurança para a sua população dormir tranqüila, que a URGÊNCIA da CLÍNICA SÃO LUCAS zelava pela saúde e bem estar de todos os que recorressem aos seus serviços, atendendo a domicílio e, em caso de internação, removendo os doentes para os hospitais Cirurgia e São José, utilizando uma ambulância própria. Nascia ali o conceito de acolhimento, que valorizava o doente como um ser semelhante, ao qual toda a atenção, acompanhamento e tratamento era dispensado. Um conceito dominante em 40 anos de atividades, visível nas múltiplas atividades desenvolvidas a partir de 1978, quando foi construído o HOSPITAL SÃO LUCAS, inaugurado no dia 30 de setembro daquele ano, cercado de toda a expectativa da população sergipana.




Dr. José Augusto Barreto e Dr. Dietrich Wilhem Todt.





O primeiro convênio do Hospital São Lucas foi com o IPES,representado pelo seu presidente Eraldo Aragão. Na foto, Dr. José Augusto Barreto e Dr. Dietrich Todt.


A experiência da CLÍNICA SÃO LUCAS, de 9 anos de prestação aperfeiçoada de serviços médicos e de saúde, levou JOSÉ AUGUSTO BARRETO a ampliar seus investimentos, empreendendo, com apoio do Programa FAS – Fundo de Ação Social, da Caixa Econômica Federal, a construção de um moderno HOSPITAL, incorporando a CLÍNICA SÃO LUCAS, que prestou relevantes serviços a Aracaju e a Sergipe, abrindo as suas portas e servindo o seu melhor atendimento a outras demandas, além do território sergipano.


Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO resistia à idéia de se tornar empresário. Suas ações, até então, eram impulsionadas pelo amor e vocação plena pela Medicina, pela oportunidade de contribuir para amenizar a dor e o sofrimento dos seus semelhantes. Pensou, então, em criar uma Fundação, mas foi desaconselhado, Resolveu, então, aceitar o desafio e, contando com o apoio irrestrito dos que participam do trabalho da CLÍNICA, valeu-se do programa FAS, da Caixa Econômica Federal.


Na construção, na organização e na instalação do novo HOSPITAL, tiveram participação destacada, pelos serviços inestimáveis que prestaram, o engenheiro Alcino Prudente e o médico Raimundo Sotero de Menezes, ligados, ambos, a família de JOSÉ AUGUSTO BARRETO.


Inaugurado e em funcionamento, o HOSPITAL mostrou-se necessário para a comunidade e teve que se adequar, a cada dia, à evolução da Medicina, assimilando, inclusive, novas tecnologias. A administração do HOSPITAL entendeu, de cedo, que a qualidade dos serviços dependia de vários fatores, sobretudo da sua equipe, destacando o corpo clínico e a enfermagem, visando, acima de tudo, os valores humanitários que deságuam num atendimento que valoriza o paciente.

Os primeiros anos foram de intenso trabalho. Dez anos depois de inaugurado, houve uma grande expansão do atendimento, com a criação de consultórios para os médicos integrantes do corpo clínico, que tivessem interesse em concentrar suas atividades no HOSPITAL. A rotina de trabalho levou o SÃO LUCAS à diversas atividades pioneiras no campo da saúde, ensejando o recebimento de vários prêmios importantes de reconhecimento da qualidade do atendimento e, mais recentemente, a Acreditação pelo Ministério da Saúde.






O FUNDADOR





JOSÉ AUGUSTO BARRETO, sergipano de Nossa Senhora do Socorro, filho de José Barreto Góes e de Olga Soares Barreto, nasceu em 16 de julho de 1928. Morou na fazenda onde nasceu, viveu em Salgado, onde estudou as primeiras séries do curso primário, continuando os estudos em Aracaju, como interno do Colégio Salesiano, cursando os antigos cursos primário e ginasial. O curso científico fez em Salvador, no Colégio dos Maristas, inicialmente como interno. Ingressou na velha e respeitável Faculdade de Medicina da Bahia, onde foi selecionado e nomeado Monitor (Interno) da 1ª Cadeira de Clínica Médica, que tinha como titular o renomado professor e cardiologista Adriano Pondé. Durante o curso dedicava todo o seu tempo para aprender sempre mais. Formou-se médico na turma de dezembro de 1952. Já no dia 2 de janeiro de 1953 estava começando a trabalhar no Hospital de Cirurgia, a convite do Dr. Augusto Leite, a quem considerava “o maior vulto da Medicina em Sergipe, em todos os tempos.”


JOSÉ AUGUSTO BARRETO morava no próprio hospital, tinha uma sala para seus atendimentos particulares, uma vez que o Hospital das Clínicas Augusto Leite não cobrava dos seus pacientes. Em seguida, montou o seu Consultório no Edifício Aliança, na rua Laranjeiras, permanecendo ali de 1954 a 1969, quando passou para a recém criada CLÍNICA SÃO LUCAS. Conciliava seu Consultório particular, com os trabalhos do Hospital de Cirurgia, onde fazia o pré-operatório dos doentes de Augusto Leite e de Fernando Sampaio. Do seu convívio no Hospital destaca, dentre outras atividades, as reuniões com exposições e debates, promovidas pelo Centro de Estudos, que todas as quintas feiras, das 8 às 10 horas, reunia a elite daquela casa de saúde e avaliava casos, discutia temas, atualizando o conhecimento científico. Esta prática renasceria, mais tarde, nas atividades coordenadas por JOSÉ AUGUSTO BARRETO, na Clínica e no Hospital São Lucas.

JOSÉ AUGUSTO BARRETO foi médico, concursado e aprovado em 1º lugar, do IAPC, viajou para Michigan, nos Estados Unidos, em 1958, para reciclar seus conhecimentos em Cardiologia, em eletrocardiografia, atualizando-se, elevando assim o seu nome como clínico entre os sergipanos, crescendo sua imagem e, em conseqüência, aumentando o ritmo de trabalho. Casou-se, há 55 anos, com Maria da Conceição Azevedo Barreto, sua noiva desde os tempos de universitário em Salvador, sua companheira de todas as horas. Sobre ela, afirma: ‘Sem Ceiça, sem sua participação integral em todos os momentos da minha vida, sem seu amor não seria possível concretizar a obra.’ Com ela teve 6 filhos: Célia, Tereza, Martha, Paulo, José Augusto Filho e Ricardo, 3 dos quais médicos – Tereza, Martha e José Augusto Barreto Filho -, com participação científica no cotidiano do HOSPITAL. Os filhos nasceram e cresceram assistindo a dedicação do pai na construção da CLÍNICA e do HOSPITAL e viveram a atmosfera pesada com os dias de preocupações, as múltiplas dificuldades, dissipadas pela fé inquebrantável que movia a família em torno do projeto que agora atinge 40 anos, realizando o sonho dos seus fundadores e de todos os que tiveram a oportunidade de participar, como funcionários, como médicos, como outros profissionais, do esforço das famílias de JOSÉ AUGUSTO BARRETO e de seu parceiro DIETRICH TODT.


JOSÉ AUGUSTO BARRETO justifica que “quando tem uma meta luta até o fim”, como ensinava D. Helder Câmara, querendo referir-se a construção da Clínica, num local afastado como era, em 1969, o bairro São José, mas que “causou impressão agradável e organizou minha vida”, aludindo ao fato de que poderia viajar, sabendo que os seus colegas continuavam recebendo e tratando as pessoas que precisassem dos serviços da CLÍNICA SÃO LUCAS.


Mais tarde ele mesmo diria: “Fiz o HOSPITAL totalmente por idealismo”, ampliando a sua atuação, mesmo que não quisesse ser empresário e acreditasse nos valores intangíveis que movem o trabalho, embora tivesse grande admiração pelos homens de negócios, que dedicam capital e esforço, anos seguidos, em prol de um projeto. Sentiu, na reflexão que o cotidiano impunha, que o HOSPITAL era mais forte que a sua pessoa, e haveria de ter vida autônoma.



O CO - FUNDADOR





DIETRICH WILHELM TODT nasceu em Salvador, na Bahia, em 27 de dezembro de 1937, passando a viver em Cachoeira. Em Salvador estudou no Colégio dos Maristas. Depois de formado em Medicina da Universidade Federal da Bahia, em 1968. Chegou em Sergipe em 1969, e logo se adaptou, incorporando-se, por convite de JOSÉ AUGUSTO BARRETO, ao esforço de implantar a CLÍNICA SÃO LUCAS, em terreno do bairro São José. Além de clínico experiente, atuando no INPS, e de professor de Pneumologia da Universidade Federal de Sergipe, Dr. TODT se tornou um administrador eficiente, atento ao dia a dia dos serviços, colaborando para o êxito e a expansão dos empreendimentos liderados por JOSÉ AUGUSTO BARRETO. Para ele o “crescimento progressivo decorreu da aceitação, do conceito de acolhimento, e é fruto da credibilidade conquistada pelos serviços prestados, com ênfase na Cardiologia, como pioneirismo que levou ao grande salto de qualidade no atendimento público.”


Dr. TODT vem acompanhando, com particular interesse, o surgimento de uma bairro inteiro em torno da CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS, que chama de “Bairro da Saúde”, e garante que o futuro está ligado a uma medicina ética, com esmero, inovação, criação e amor pelo que é feito.


Casado com Eunice Azevedo Todt- Nicinha, companheira e amiga de sempre, esteio da sua vida e seu único amor, com quem teve 6 filhos: Ângela, João Carlos, Ana Luiza, Maurício, Sérgio e João Miguel, sendo 2 médicos – João Carlos e Ana Luiza.






CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS, TUDO COMEÇOU PELO CORAÇÃO.


O funcionamento da CLÍNICA SÃO LUCAS, com sua unidade de Urgência, satisfez os objetivos iniciais dos seus fundadores. O foco na Cardiologia, a prática rotineira de exames – Eletrocardiografia, Raio X e Laboratórios - o surgimento das especialidades e as constantes inovações conduziram JOSÉ AUGUSTO BARRETO e DIETRICH TODT ao projeto de construção de um Hospital, na mesma área onde estava construída e em funcionamento a CLÍNICA SÃO LUCAS.


Autoridades do Governo, empresários, médicos e amigos de JOSÉ AUGUSTO BARRETO, que compareceram ao ato de inauguração da CLÍNICA SÃO LUCAS, manifestaram-se, por diversos meios, apoiando a iniciativa e desejando vida longa ao empreendimento pioneiro na capital sergipana. O gesto solidário de muitos representou um estímulo, para que a CLÍNICA apresentasse, no seu dia a dia de atendimento, e com a visibilidade da sua Urgência, a indicação prática dos seus benefícios e fosse logo transformada em Hospital. O andar seguro, as definições de trabalho e a aceitação por parte da sociedade, deu à CLÍNICA SÃO LUCAS uma missão, um compromisso bem cumprido nos 9 anos que separam os dois momentos festivos das inaugurações.


Enquanto a CLÍNICA cumpria, com limitações, uma oferta de serviços de boa qualidade, a expectativa de médicos, funcionários, e dos próprios fundadores projetava no futuro HOSPITAL a realização plena de todos os objetivos nascidos da sensibilidade médica e da responsabilidade social de JOSÉ AUGUSTO BARRETO.






A Caixa Econômica Federal, através do FAS – Fundo de Apoio Social, abriu linha de crédito, criando perspectiva de financiamento para a construção do Hospital, como fazia para creches, colégios e outros equipamentos sociais. Após reflexão, que sanaram as dúvidas, JOSÉ AUGUSTO BARRETO resolveu assumir a responsabilidade de construir o HOSPITAL SÃO LUCAS, contando com a eficiência da Construtora NORCON (Sociedade Nordestina de Construções), com várias obras servindo de referência, como o prédio da Biblioteca Pública, e com os serviços competentes e zelosos do engenheiro Alcino Prudente. Para a arrojada iniciativa, o Fundador contou, também, com manifestações de apreço e de solidariedade de autoridades governamentais, senadores e deputados federais, deputados estaduais, vereadores, secretários de Estado, e outros homens públicos que acreditaram na idéia, na coragem pessoal e na responsabilidade social de um médico sergipano, que trocava um consultório bem freqüentado pela luta indormida, incessante, para dotar Sergipe e Aracaju de um equipamento sem similar no Estado. Parentes, amigos, pessoas da sociedade sergipana apoiaram o empreendimento, encorajando o seu criador a não desistir.




Inauguração do Hospital, vendo-se o presidente da Caixa Econômica Federal Gil Macieira.


O trabalho foi árduo, acompanhado diariamente pelos fundadores, sem prejuízo do atendimento feito pela CLÍNICA SÃO LUCAS. Enfrentando todas as dificuldades, sem claudicar diante dos problemas que surgiram no período da construção, JOSÉ AUGUSTO BARRETO viu concluída sua obra, inaugurando-a no dia 30 de setembro de 1978, em presença de Gil Macieira, Presidente da CEF. Aracaju podia se orgulhar do novo Hospital que ganhava, vocacionado para prestar os melhores serviços, graças ao seu corpo clínico, seus equipamentos que representavam, sempre, a tecnologia mais atualizada, seu conceito de acolhimento, afirmando traços de um humanismo que vem sendo pedagogicamente mantido, como marca exemplar do trabalho dos profissionais da Medicina e do conjunto dos funcionários, como uma verdadeira escola.


Construído e inaugurado na avenida Coronel Stanley Silveira, ocupando grande área com entrada pela rua Guilhermino Resende, e também pela rua Alcides Leite, o HOSPITAL SÃO LUCAS ampliou as suas instalações, e conseqüentemente os seus serviços, preservando o seu perfil geral de alta complexidade, tendo seu fluxo na Cardiologia. Em mais de 30 anos de funcionamento, o HOSPITAL SÃO LUCAS fez diversos experimentos pioneiros, assumindo um lugar destacado na história da Medicina e da saude em Sergipe.


Graças a construção da CLÍNICA e do HOSPITAL SÃO LUCAS, toda a área livre do bairro São José foi ocupada, expandindo-se para os bairros vizinhos, especialmente o Salgado Filho e o 13 de Julho, com consultórios, centros médicos, clínicas, laboratórios e hospitais, formando um novo “bairro da saúde.” Cresceu, também, com casas e condomínios residenciais. O bairro São José tinha na praça Tobias Barreto os seus principais equipamentos, a começar no seu centro, pelo Monumento a Tobias Barreto, inaugurado em 24 de outubro de 1920, quando da celebração do Centenário da Emancipação Política de Sergipe, seguindo-se a Paróquia, dedicada ao Padroeiro São José, criada em dezembro de 1924 e a Igreja, sob a mesma invocação, o Colégio Patrocínio do São José, das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras Portuguesas, instalado em 1940. Resiste, ainda, o prédio do antigo Grupo Escolar General Valadão, construído pelo Governo do Estado em 1917 e redefinido o seu uso para abrigar a Secretaria de Segurança Pública.


O bairro São José surgiu e cresceu na região de alambiques do Carro Quebrado. O velho nome aludia ao transporte de lenha, para alimentar os fornos existentes no local. Há, na memória dos mais velhos, notícia de um pequeno rio com o nome de São José. Outra tradição indica que o bairro surgiu depois de uma catequese feita pelo padre José Soares, com um grupo de senhoras preocupadas com a fama de valentes e arruaceiros que tinham os homens da região. (LAB)




Colégio Patrocínio São José, instalado em 1940.




Paróquia dedicada ao padroeiro São José criada em 1924.


A vocação do bairro São José e de suas vizinhanças para os diversos serviços de saúde recebeu o contributo pioneiro da CLÍNICA SÃO LUCAS e principalmente do HOSPITAL SÃO LUCAS. Um complexo de ruas, a partir da Praça Tobias Barreto, alojam dezenas de organizações de saúde, incluindo clínicas, consultórios médicos e odontológicos, hospitais, laboratórios, farmácias, academias, dentre outros. As ruas Campos, Monsenhor Silveira, Santa Luzia, Guilhermino Rezende, Campo do Brito, Alcides Leite, Edison Ribeiro, as avenidas Augusto Maynard, Pedro Paes de Azevedo, Gonçalo Prado Rollemberg, Coronel Santley Silveira e, ainda, as ruas Cedro, Construtor João Alves, Lagarto, Riachuelo, Socorro e Moacir Rabelo Leite, dentre outras, são endereços que concentram, em torno da CLÍNICA e HOSPITAL SÃO LUCAS, concorrendo para a criação, efetiva, de um Bairro especial, de Saúde, que consolida o acerto de JOSÉ AUGUSTO BARRETO em construir a sua vitoriosa instituição.


A atração vinculada aos serviços de saúde concorreu, visivelmente, para o agenciamento urbano de toda a região. Foram construídos conjuntos residenciais que ligaram o bairro São José ao bairro 13 de Julho, ocupando com casas e condomínios de apartamentos extensa área, atraindo empreendimentos comerciais – lojas, galerias, redes de supermercados, lojas de conveniência, postos de combustíveis, escolas – que atestam um vínculo novo que tem seu peão de ordenamento na praça Tobias Barreto, no bairro São José.


A realidade, no entanto, impõe sérias restrições ao Complexo SÃO LUCAS de hoje. Não há terrenos estocados e nem imóveis disponíveis que garantam a ampliação das instalações do HOSPITAL, que contido em seus espaços e precisando ampliar seus serviços tem de recorrer à verticalização dos seus prédios. Aos 40 anos este é um problema que ocupa seus fundadores e dirigentes, que mantém todos os esforços para garantir serviços de qualidade, conforme vem sendo praticados desde a instalação da CLÍNICA, por um grupo seleto e bem preparado de médicos, técnicos, enfermeiros, e pessoas treinadas para atender bem.


“É preciso esperar na força da semente, é preciso confiar no próprio semeador, pois todos nós sabemos que o Hospital que agora se inaugura,nasceu daquele sonho pequenino, que resumia a Clínica São Lucas, no seu humano e fraternal destino.

Passaram os anos sobre nós, correndo, mas aquele doutor, trabalhava, lutava sem descanso, sempre esperando e crendo, que um dia, neste mesmo lugar, sereno se ergueria este novo Hospital, e dentro dele, generosamente,preparou o lugar para o indigente, que nunca teve outro lugar igual...

Amplo, moderno, sóbrio, acolhedor, aberto noite e dia. Quanta gente virá vestida de amargura e quantos sairão vestidos de alegria...

DEUS também ficará à frente dos destinos do Hospital São Lucas. ELE será o eterno Presidente, do médico que sofre a angústia do doente, do doente que crê no homem que estudou, para assumir tanta capacidade. É uma troca de amor em todos os setores, se um dá e outro recebe com alegria, ainda outros virão para a acolhida, da Ciência, do Bem e da Verdade.

Hospital é lugar de confiança, é de morte e de vida, onde a lágrima e o riso se confundem nos grandes corredores. O doente melhora, a fé renasce, o médico sorri e vai passando e a gente fica sempre meditando como é feliz quem ameniza dores...

Seu eu pudesse falar em nome da cidade, dos mais humildes e dos poderosos, dos jovens e dos velhos, das crianças, oh! Eu faria uma corbele imensa, (não apenas de flores), de gratidão, de amizade e de esperanças, para deixá-las permanente aqui, sem temer tempestades, ventanias, aqui, todos os dias, diferente e puríssimo sinal, uma réstea de sol morando no Hospital.”

Ana Leonor Fontes


O ânimo antecipador da poetisa parece vivo, depois de tanto tempo tratando milhares de pessoas, mantendo intacta a intenção do fundador, que conduz, diariamente, com sua presença inspiradora e sua experiência vitoriosa, os seus seguidores, que distribuídos nos vários setores da organização, respondem pelo êxito cotidiano do HOSPITAL SÃO LUCAS.


Tendo o acolhimento como princípio, valendo-se dos conhecimentos, cada vez mais aprimorados, dos seus clínicos e demais integrantes do corpo de trabalho, como uma escola, e dispondo de uma tecnologia sempre atualizada, o HOSPITAL SÃO LUCAS faz história.


Com os olhos lançados no futuro, convivendo com gerações distintas de médicos e de servidores, JOSÉ AUGUSTO BARRETO é uma espécie de maestro, que povoa todo o HOSPITAL com sua presença, com seu ritmo, com sua palavra abalizada, com sua visão utópica de servir e servir sempre, com a melhor qualidade, os usuários do SÃO LUCAS.


Harmonizando a experiência de uma vida longa, com o arrebatamento da juventude, JOSÉ AUGUSTO BARRETO vibra com sua obra, notadamente quando o reconhecimento, local, nacional e internacional abona o seu trabalho. Dois dos mais eminentes intelectuais sergipanos, acadêmicos Carmelita Pinto e Fontes e Manoel Cabral Machado, escreveram páginas memoráveis sobre o HOSPITAL SÃO LUCAS:





“Hospital São Lucas, uma realidade”


Fui assistir à inauguração do Hospital São Lucas, no dia 30 de setembro último. Uma missa, um casal comovido, uma família enternecida, uma igreja cheia de rostos amigos e uma música seleta tecendo com as flores e as emoções um hino distinto de ação de graças.

Neste quadro todo, um Hospital de pé: pensado, sonhado, sofrido, nascido.

No leme do sonho, Dr. José Augusto e Conceição, um casal fundindo anseios e metas, demolindo obstáculos, aplanando incertezas e receios, dissipando os equívocos dos momentos difíceis. Dentro deste barco, uma família inteira viajando, trocando remos, içando velas, enfrentando os ventos que insurgem sempre contra as grandes viagens. Neste mesmo mar, neste mesmo jogo, uma frota de numerosos e pequenos barcos acompanhando a jornada, impelidos pela força da amizade.

Na proa deste sonho todo, o Homem: sensato, simples, comedido, equilibrado, mas “nervoso de ideal”. Apaixonado pela profissão. Manso e forte, sereno e irrequieto, gentil e disciplinado, flexível e seguro.

A medicina tem o sabor das coisas sagradas. E o preço de nossa devoção é o respeito. Por ser ela o porto que armazena os equipamentos salvadores da vida, todos nós sentimos náufragos aflitos diante do método de que precisamos. Parece, mais que em outro campo qualquer da medicina, crescer em proporções inexplicáveis um sentimento de confiança do paciente no seu cardiologista. Dr. José Augusto, o clínico, o médico dos cardíacos, tornou-se o médico do CORAÇÃO. Do coração do doente, do coração das pessoas.

Ele assiste o doente, esclarece a família. Ele cura o doente e tranqüiliza a família. Ele liberta o coração dos doentes e prende o coração da família, pelo carinho de sua devoção profissional, pela solidez de sua competência, pelo calor de sua sensibilidade humana...

Poderia ter sucumbido a tentação dos vôos altos – dos centros mais adiantados – quando tantos espaços se abriam à sua medida . Não o fez. Portou-se como as trepadeiras: erguem-se, procurando delicadamente as alturas. Onde parecem querer viver, mas, depois que as alcançam, derramam-se para baixo e para os lados, a fim de conviverem com as coisas mais irmãs de sua infância e de sua vida, e lhes rendem a homenagem de com elas permanecer...

Ele fez a escalada do seu nome, com o seu trabalho: lá, o grande homem, o grande médico, de lá, do cume das idéias, de coragem, do esforço, da dignidade, da fé, projetou as bases de um Hospital cujas paredes enchem os espaços de um chão de Aracaju, de sua terra mais conhecida, que tem prestado – e como é justo – a homenagem de contínua admiração.

A obra está pronta, o Hospital já nasceu. Obra sem excessos de pretensão – porque seus objetivos já se lêem bem claros na escritura que se afixa na entrada: “...àqueles que carregam a marca da dor...” – mais uma obra com rasgos de grandeza interior, que se talha pelo bom gosto e distinção, técnica e funcionalidade. Será mais uma porta aberta ao sofrimento do homem que ama a vida e, de vez em quando, se assusta com a impressão de que ela pode findar-se. Será mais um oásis no imenso deserto d dor, mesmo que o homem pressinta que esta água nem sempre pode operar o milagre de salvar todas as coisas.

Enfim, ele será mais um caminho, mais uma chegada à difícil missão de atravessar a encruzilhada dos imprevisíveis sofrimentos humanos. Parabéns Dr. José Augusto e Conceição, portadores intrépidos deste nosso sonho incansável, parabéns a seus filhos, e médicos, e amigos, viajantes fieis desta aventura bendita. Parabéns Sergipe, por não ter apenas um sonho de um dos seus grandes filhos. Mais uma obra viva, saída da inteligência e do coração deste homem de branco, apressado e tranqüilo, este grande médico...”



Manoel Cabral Machado



Hospital São Lucas – Apartamento 104

Afinal estou eu, pela primeira vez, internado num hospital. Como afirmara, em crônica anterior, numa das minhas tentativas de vôo, quebrara uma das asas. E com muitas dores, retornei a Aracaju, levando-me a filha médica, Antonia Lúcia, na sexta-feira, à noite, ao Hospital Pronto Socorro, e sob cuidados, o Dr. Adail, jovem e competente ortopedista, fazme o engessamento provisório do braço, sugerindo a operação do antebraço quebrado, pelo já famoso ortopedista Dr. Marcelo Vilas Boas, da escola alemã. E com suas responsabilidades sou internado, na quarta – feira, pela manhã, no São Lucas.

Embora apavorado pela expectativa da operação apresento calma – talvez os olhos estejam afogueados – Estou, porém, entregue a dois eficientes profissionais: o Dr. Marcelo, filho do meu amigo e colega Aloísio Vilas Boas e o Dr. Ronald Andrade, um proficiente anestesista, um bom companheiro dos Encontros de casais com Cristo.

Acho-me, assim, confiante. Cercam-se carinhosos, a esposa, as filhas, filho, genros e nora. No apartamento, chegam e saem solícitos enfermeiros, serventes, num movimento de prestimosidade e serviço. A operação, diz-me Dr. Marcelo, será, à tarde, logo no começo. Será a minha primeira experiência operatória.

Sempre precisei pouco dos médicos. Meu pai, médico por duas vezes, encanou-me o bracito magro, quebrado em criança, em lugares diversos, em jogo de futebol. Formado e depois casado, o amigo Antonio Garcia cuidou-me de umas salmonelas enquanto Hugo Gurgel tranqüilizava-me, fazendo os partos normais da esposa e o Dr. José Machado de Souza tratava-me os filhos e, depois, os netos, sobretudo, o netinho doente. E por falar em Machado de Souza, por que o jovem eminente e Governador Valadares não levanta um Monumento a este homem que é Dr. José Machado de Souza? E que vivo está num tempo só para recolher honras de uma vida de benemerência e assim o reconhecimento dos seus concidadãos! (lembro o grande poeta russo Maiakovski, vociferando: “Deixem de realizar suntuosos centenários, e respeitem mais os vivos, ao invés de render-lhes homenagens póstumas. É preciso escrever artigos sobre os escritores enquanto estão vivos: Dar-lhes pão em vida!”). É ainda em vida que Machado deva receber esse monumento de aplauso público. Voltando aos meus médicos, lembro Walter Cardoso, o querido amigo que me amenizava eczemas, curando-me as alergias (E como estou a dever-lhes o justo elogio a sua obra literária, como um estímulo a sua criação). Ainda, o Lauro Porto, responsável sempre foi pela minha luz e, cuidadosamente, trata-me os olhos. Finalmente, o Dr. José Augusto Barreto acompanha o coração envelhecer, tonificando-o. Agora mesmo, está ao pé do meu leito, no apartamento 104,





São esses, quase todos, os meus médicos, relembrando ainda, Osvaldo Leite – que numa receita da vizinhança, em almoço do Rotary, curou-me uma pequenina carnosidade no pavilhão da orelha. Agora, tenho ao meu lado a filha médica, estudiosa capaz e responsável.

Estou no leito do apartamento. Penso nos muitos que nesta nave estiveram em dores e esperanças. Penso nos muitos que foram salvos e nos que partiram, velejando na solidão do misterioso mar. Tantas coisas num Hospital. Aqui está uma outra humanidade, diferente daquela em que vivemos. O mundo, dentro dessas enormes paredes e salões, mundo sofisticado de equipamentos – tudo para a vida humana. Lá fora é existência plena, ativa, nos rumores da humana ambição, em todos os planos, sentidos e aspirações. Aqui – há, exclusivamente, os doentes das mais variadas moléstias e angústias – e, ao lado deles uma enorme legião de pessoas: médicos, (nas mais diversas especialidades) enfermeiras, assistentes, serventes, nutricionistas, cozinheiros, contadores, datilógrafos, etc. meu amigo João Lima, um feliz organizador, dirá: “um Hospital é uma empresa, necessariamente, ou então um fracasso”. Mas Gileno Lima vê outro ângulo – é a casa da vida. Aqui, por todos os meios, luta-se contra a morte. Todos têm de ser sacerdotes, em dedicações e sacrifícios pelos enfermos. Vejo-o o Hospital parecer um imenso navio. A cada momento, saltando ou recebendo novos passageiros, cada um tendo um destino. Uns nos portos só deixam os despojos. Penso na condição humana: viver é estar sob a dor e o sol frio da morte.

O tempo passa. A hora da operação se aproxima. Abro-me em confiança em Deus, pois temo a anestesia. Afinal chega um carro maca. Devo ter os olhos apavorados. Com esforço ajudo a passar do leito para o carro. Olho aflito a esposa e os filhos. Levam-me por corredores, sinto dobrar a esquerda, direita, depois perco a orientação. Ao fim, chego à sala de operações. Procuro identificar objetos. Aproximam-se, encapuzados e mascarados, os médicos. Um deles baixa a máscara e reconheço o Dr. Marcelo. Uma voz feminina faz-me identificar a minha filha Lucinha. Também o Dr. Ronald suspende a máscara. Peço-lhe uma anestesia parcial. Ronald tenta uma duas ou três vezes, mas meu espírito, parece-me que anulava os estímulos elétricos. Ronald decide pela anestesia geral. Sinto uma picada de agulha na veia e adormeci. O que se passou, não sei. Já pela tarde, começo acordar. Estou, outra vez, no apartamento 104, ao lado da minha família, feliz pelo êxito da operação. Passo bem, mas sinto dores. Depois o Dr. Marcelo veio mostrar-nos as radiografias do braço quebrado e do braço rendilhado de costuras metálicas, dos ossinhos aparecendo a renda platinada.

E assim, entre remédios, muito sono, muito afeto dos meus e dos amigos que chegavam passei três dias no São Lucas, tratamento, serviço e solidariedade, especialmente os talentosos e competentes médicos Marcelo Vilas Boas e Ronald Andrade.

No sábado último, retornei à casa. Alquebrado, sentindo dores, pensei afinal chegara-me a velhice e assim a vida conclusa. Com os dias chegam as melhoras. Já estou tentando emplumar as asas. Retomando o interesse pela vida, pela cultura e pelo trabalho. E até esta crônica, muito íntima, resolvi escrevê-la para você, leitor amigo, que tanto me estimula as letras. Direi finalmente: Deo gratias pela volta à confiança e a fé na vida e nos homens.

Os textos se completam e balizam a história do HOSPITAL SÃO LUCAS e dos seus fundadores, médicos, servidores, colaboradores, pondo em relevo a contribuição das famílias de JOSÉ AUGUSTO BARRETO e DIETRICH TODT. Outros gestos agradecidos, de pacientes ilustres, compõem a memória do SÃO LUCAS, como é o caso do texto do desembargador Aloísio Abreu, que presidiu o Poder Judiciário do Estado:

Desembargador Aloísio Abreu




O HOSPITAL

Casa dos doentes por onde todos deveriam passar, Porque da tristeza renasce uma alegria ignorada, Cheguei angustiado, abraçado com a dor da morte, Só enxergava a saudade de Isabel e dos meus filhos, Revoltado não percebia que a vida tem outros trilhos.

O sentimento de proteção e humanidade, Expressados pelos artífices da medicina, Despertavam-me a imagem de uma nova realidade, Com a atenção unânime dos seus servidores, Onde todos são livres para revelar sua verdade.

O hospital é uma casa de alegria e de tristeza, Entretanto, na luta pela nossa salvação, Pode ser considerada a maior expressão do coração, Com a efetividade e competência de suas enfermeiras, Transforma-se numa nova aurora a clarear.

O hospital, como todo, é uma festa de esperança, Para todos que por aqui passaram, De lá do banquete eterno, quem sabe, Deverá guardar grande lembrança, Daqueles que ficaram em nossas memórias.

A UTI, o maior centro de recuperação, Representa o maior brilho de sua competência, A sabedoria e o cuidado médico em busca da salvação, Pela força de sua grandeza, de humanidade, Vem mostrar na estada da eternidade,

Desembargador Aloísio Abreu



O COMPLEXO SÃO LUCAS

Para atender a todos os seus serviços, a CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS, como grande gerador de empregos, conta com aproximadamente 880 funcionários, com empregos diretos, e com 126 médicos cooperados. A relação entre a instituição e os médicos se dá, também, através da franquia de atendimento de clientela própria. Segundo dados recentes, os médicos que trabalham regularmente somam mais de 400 profissionais. Os serviços gerados na instituição provocam, também, grande número de empregos indiretos, pela variedade dos ítens consumidos.

Vista Aérea do Complexo São Lucas



No Centro de Hemodiálise os empregos diretos atendem a 53 pessoas e a 7 médicos.

A FUNDAÇÃO SÃO LUCAS emprega, diretamente, 114 pessoas, assim distribuídas: Na sede da FUNDAÇÃO 3, no CENTRINHO 1 funcionário e 1 dentista; no CENTRO DE ESTUDOS TÉCNICOS E PROFISSIONALIZANTES 16 funcionários, 4 gestores de cursos e 72 professores; na CRECHE DOM LUÍS MOUSINHO são 13 os funcionários e 4 os integrantes da equipe interdisciplinar.

Em resumo, o total de empregos mostra que são 1.006 servindo no HOSPITAL SÃO LUCAS, 60 no Centro de Hemodiálise, 114 na FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, somando 1.180 empregados.

Fachada da Fundação São Lucas



SÃO LUCAS CÁRDIO

A Cardiologia esteve no início e está no centro da CLÍNICA e do HOSPITAL SÃO LUCAS. Por iniciativa da Dra. Martha Barreto foi criado o G6, Grupo de seis cardiologistas, todos bem formados e atualizados em novos conhecimentos, com participação em pesquisas, estudos, debates, no país e no exterior, além de publicações científicas que circulam nos ambientes mais seletos.

Na opinião do Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO o G6 - Grupo de cardiologistas do HOSPITAL SÃO LUCAS - , que coordena as ações médicas no âmbito da Cardiologia honra e valoriza a instituição. Integram o G6:

Dr. ANTONIO CARLOS SOBRAL SOUZA
Dra. CELI MARQUES SANTOS
Dr. JOÃO BOSCO ROCHA
Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO FILHO
Dr. MARCOS ALMEIDA
Dra. MARTHA BARRETO.

Independentemente do trabalho clínico individual, o que já destaca cada um dos seus integrantes, como profissionais requisitados, o G6 atua de forma sistêmica, no HOSPITAL SÃO LUCAS promovendo avanços que enriquecem o patrimônio intelectual e científico da instituição.






SÃO LUCAS, UMA HISTÓRIA DE 40 ANOS

O funcionamento da CLÍNICA levou seus fundadores a decidirem pela construção do HOSPITAL SÃO LUCAS. O desafio era ampliado, o trabalho redobrado, novos colaboradores se somavam no mesmo esforço, e a cada novo dia era colhido o fruto do acerto dos fundadores. A rotina diária era alterada pela incorporação de novos serviços, pela melhoria contínua da qualidade, pelo sucesso das inovações, que repercutiram dentro e fora da comunidade científica.

Foram atitudes pioneiras, de grande repercussão para a saúde pública em Sergipe, produzidas pela CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS:

HEMODIÁLISE, em fevereiro de 1981, sob a responsabilidade do Dr. Geraldo Melo, ainda hoje uma referência

TRANSPLANTE RENAL, o primeiro foi realizado em 26 de outubro de 1985, feito pela equipe do Dr. Fernando Maynard, com grande repercussão na mídia e na sociedade sergipana.

Primeiro Transplante Renal do Estado de Sergipe.



TROMBÓLISE, introduzida em maio de 1989, pelos Drs. João Bosco Rocha e Antonio Carlos Sobral Souza.

CIRURGIA VÍDEO-LAPAROSCÓPICA, realizada em 26 de agosto de 1991, sob a responsabilidade dos médicos Dr. Valdinaldo Aragão, Dra. Sônia Lima e Dr. Adelson Chagas, sob a coordenação do Dr. Osmar Creuz, do Rio de Janeiro.

CIRURGIA BARIÁTRICA, introduzida em 8 de setembro de 2000, pelo Dr. Fábio Almeida VALVULOPLASTIA MITRAL não cirúrgica

ECO-STRESS, em 21 de dezembro de 2000, pela Dra. Joselina Luiz Menezes Oliveira

UNIDADE DE DOR TORÁXICA

GRANDE EXPERIÊNCIA EM ANGIOPLASTIA E IMPANTE DE STENTS.

BLOCO DE CONSULTÓRIOS, anexos ao HOSPITAL

CERTIFICADO DE ACREDITAÇÃO, pelo Ministério da Saúde, sendo o único do Estado e um dos poucos de toda a região nordeste.

E mais:

ECOCARDIOGRAFIA
RESSONÂNCIA CARDIOLÓGICA
ERGOESPIROMETRIA
VÁRIAS TÉCNICAS DE LABORATÓRIO, INCLUSIVE DOSAGEM DE TROPONINA
TRATAMENTO TROMBÓLICO EM NEUROLOGIA (2009)

CIRURGIA DE PRÓTESE DE DISCO CERVICAL, sendo a primeira realizada em 25 de setembro de 2009.

Uma listagem dos serviços oferecidos pelo COMPLEXO SÃO LUCAS, mais do que indicar o crescimento e amplitude da instituição, revela que os pioneirismos estão associados e obedecem a uma visão ampla da sua direção, ampliada com a incorporação de novas tecnologias que modernizam cada um dos setores, ampliando a qualidade do atendimento.

Certificado Acreditação, concedido pelo Ministério da Saúde.



Integram o COMPLEXO SÃO LUCAS:





CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS

Composta de um prédio central, de 3 blocos, onde são localizadas a Unidade de Internação, a Urgência, a Recuperação Anestésica, o novo Centro de Terapia Intensiva, a UTI Cardiológica – UCO, os Laboratórios, os Métodos Gráficos, a Endoscopia, a Farmácia e o Almoxarifado. Funcionam, também, o Setor de Recursos Humanos, a Sala de Treinamento, o serviço de Raio X, e mais dois Anexos Administrativos, situados à rua Alcides Leite, e um moderno Auditório, de 200 lugares.



Compõem-se, ainda, de Anexos Diagnósticos, que são:

CLÍNICA DE PREVENÇÃO E DIAGNÓSTICO, situada à rua Campo do Brito, 823

CLÍNICA ONCOLÓGICA, em parceria com a Clínica Vita, localizada à rua Campo do brito, 794

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA, serviço e equipamentos de última geração, à rua Campo do Brito, 794-A

DAY CLINIC, para cirurgia de pequeno e médio porte, localizada no prédio do CENTRO DE SAÚDE

LABORATÓRIOS, em parcerias:

Clínica Vida, em Estância

CLIMAN, em Lagarto

CLIODONTO, em Simão Dias

CORPO CLÍNICO, considerado da maior segurança, é formado por profissionais de alto nível técnico e científico, na sua maioria com residência em grandes centros, muitos com mestrado, outros com doutorado, outros, ainda, atuando como professores universitários.

CORPO DE ENFERMAGEM, tido como peça fundamental na assistência hospitalar, zelando, noite e dia, pelo paciente.

EQUIPE TOTAL, formada por todos os funcionários, que agem garantindo uma boa assistência e um adequado atendimento.

CENTRO DE HEMODIÁLISE, que desde o seu início vem funcionando ininterruptamente. O serviço, considerado de primeira linha, também dá suporte aos pacientes submetidos a transplante renal. Desde 2008 que o CENTRO DE HEMODIÁLISE funciona em novo prédio, moderno e adequado, localizado na rua Lagarto nº 1784, em parceira com a NEFROCLÍNICA, clínica especializada, cujos profissionais têm larga experiência.




Metodos Gráficos



Vídeo Endoscopia



Hemodiálise



Hemodinâmica


FUNDAÇÃO SÃO LUCAS

A criação da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, em 2 de outubro de 1986, com registro legal, atualizado, no Cartório do 10º Ofício, de Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas de Aracaju, em 18 de abril de 2008, como pessoa jurídica de direito privado, com duração ilimitada e sem fins econômicos, consolida o ideal da CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS, através da fixação de objetivos básicos para a continuidade e manutenção dos serviços que têm marcado os 40 anos de atividades da instituição.

São Objetivos da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS:

I – Manter um Centro de Estudos com educação continuada de pessoal médico, paramédico e familiares de pacientes diabéticos e cardíacos;

II - Manter Centro de Ensino, Pesquisa e Biblioteca especializada;

III - Manter um Departamento para a prevenção, recuperação e reabilitação de pacientes com defeitos labiopalatais;

IV - Manter um Núcleo de Pesquisas das doenças cardiovasculares e dos defeitos labiopalatais, visando sobretudo o caráter preventivo;

V - Manter um Departamento de renais crônicos e transplantados, visando o amparo material e apoio psicológico;

VI - Manter Creches para crianças de pais carentes;

VII - Cooperar com as Colônias de Férias para crianças diabéticas como meio educacional, de medicina preventiva e amparo psicológico;

VIII - Prestar a Assistência médico-hospitalar e odontológica.

A visão pragmática da instituição abriu a possibilidade de ampliar, de forma conveniada, a atuação da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, dilatando os seus objetivos, prevendo realizar projetos de apoio

ao desenvolvimento do SUS – Sistema Único de Saúde, e atender nas seguintes áreas: Estudos de Avaliação e Incorporação de Tecnologias; Capacitação de Recursos Humanos; Pesquisas de Interesse Público em Saúde; Desenvolvimento de Técnicas e Operação de Gestão em Serviços de Saúde.

Para constituir o patrimônio da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS o seu instituidor principal, o São Lucas Médico Hospitalar Ltda, fez uma vultosa doação, à época, acrescida pelo acervo da Biblioteca Dr. José Machado de Souza, do imóvel da Avenida Coronel Stanley Silveira nª 73, no 2º pavimento do Edifício do Centro Diagnóstico, com mais de 300 metros quadrados de área construída e respectivo terreno. Para compor o patrimônio estava previsto, ainda, doações e legados recebidos, subvenção e auxílios de órgãos e entidades públicas ou privadas, inclusive internacionais, numerário disponível e bens e valores adquiridos, bem como rendas produzidas.

Constituem-se receitas da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, aquelas provenientes das prestações de serviços; das atividades exercidas em convênios ou associações com terceiros; de quaisquer rendas instituídas por terceiros em seu benefício; as de aluguéis, rendimentos, juros ou bonificações de imóveis, ou valores de sua propriedade, depositados em contas bancárias;

concessões fiscais; aquelas advindas diretamente de seus membros, através de mensalidades e doações; quaisquer receitas obtidas no exercício das atividades ligadas à FUNDAÇÃO; as provenientes de seus títulos de dívida pública; os fideicomissos em seu favor instituídos como fiduciária ou fideicomissária; as de usufruto a ela conferido; e, ainda, as rendas próprias dos imóveis que possuir ou de quem for senhoria.

São membros da FUNDAÇÃO os Instituidores; os Beneméritos; os Honorários e os Efetivos, de acordo com a participação de cada um no processo de instituição da entidade.

A FUNDAÇÃO SÃO LUCAS tem a seguinte composição diretiva:

Assembléia Geral
Conselho de Curadores
Conselho Consultivo
Conselho Fiscal
Diretoria.

A Assembléia Geral, formada por todos os membros, é o órgão máximo da FUNDAÇÃO, o Conselho de Curadores, composto por cinco membros titulares e cinco suplentes, responde pelas deliberações da instituição, enquanto o Conselho Consultivo, de três membros eleitos pela Assembléia, com mandatos de quatro anos, exerce o assessoramento do Conselho de Curadores e da Diretoria. O Conselho Fiscal, integrado por três componentes titulares e três suplentes, examina e aprova as contas, enquanto a Diretoria cuida da execução dos trabalhos, cumprindo as decisões do Conselho de Curadores, sempre de acordo com os princípios e objetivos institucionais da FUNDAÇÃO.

A Diretoria da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS é composta de um Presidente, um Vice-Presidente, um Primeiro Secretário, um Segundo Secretário, um Primeiro Tesoureiro, um Segundo Tesoureiro, eleitos pelo Conselho Curador, com mandato de quatro anos, sendo permitida uma recondução.

O fundador da CLÍNICA e do HOSPITAL SÃO LUCAS, e criador da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, JOSÉ AUGUSTO BARRETO, é o seu Patrono, como referência pelo despreendimento, trabalho, presença constante, e exemplo por quatro décadas seguidas na melhoria dos serviços de saúde em Aracaju e no Estado de Sergipe.

A FUNDAÇÃO SÃO LUCAS mantém, atualmente:

Creche Dom Luis Mousinho, criada em 20 de dezembro de 1989, atendendo a crianças de 0 a 3 anos, aberta à comunidade de baixa renda. Tem direção de uma Assistente Social, com a participação de Psicóloga, Pedagoga e Médico pediatra;

Centrinho – Departamento para Pesquisa e Reabilitação das Lesões Lábiopalatais (DPRLLP), em convênio com a Universidade de São Paulo, Campus de Bauru e assistência odontológica para pessoas de baixa renda;

Centro de Estudos Técnicos Profissionalizantes na área da saúde, mantendo principalmente os cursos de Enfermagem, Higiene Dental, Prótese Odontológica, Farmácia, Instrumentalização Cirúrgica, Nutrição e Dietética, Óptica, Patologia Clínica, Radiologia e Saúde, e Segurança do Trabalho. Tais cursos atendem, neste ano de 2009, mais de 1.100 alunos, 40% dos quais na área da Enfermagem.

Centro de Ensino e Pesquisa, criado em 2006, é coordenado pelo G6, um grupo de médicos cardiologistas, ligados diretamente ao HOSPITAL SÃO LUCAS. São encarregados das ações de Cardiologia, como um todo, e representam um elo de ligação com os principais cardiologistas que compõem o quadro clínico do SÃO LUCAS, estimulando a melhoria contínua do padrão médico de atendimento, e a produção de trabalhos científicos, em contato com centros adiantados de países estrangeiros.

O Centro de Ensino e Pesquisa é composto por duas divisões: a de ensino, que abrange convênio entre o HOSPITAL SÃO LUCAS e a Universidade Federal de Sergipe (MEC) para o programa de Residência Médica em Cardiologia, e mais Estágio em Cardiologia, Cursos, Simpósios e Reuniões Científicas; e a Divisão de Pesquisa, criada para sistematizar a participação do G6 e de outros cardiologistas do corpo clínico do HOSPITAL no sentido de ordenar a publicação, antes dispersa, de trabalhos, que já são publicados em revistas nacionais e estrangeiras, sobretudo norteamericanas. Estão, atualmente, em andamento vários estudos internacionais, sob as siglas SOLAR, CURRENT, PLATO, OASIS, dentre outras. O fato de alguns dos pesquisadores em cardiologia do HOSPITAL SÃO LUCAS serem também professores da Universidade Federal de Sergipe, as ações do Centro de Ensino e Pesquisa são significativamente facilitadas.

Creche Dom Luis Mousinho






INDICADOR PROFISSIONAL

Médicos, laboratoristas, enfermeiros, demais profissionais da saúde, técnicos, funcionários administrativos, todos são unânimes em apontar a CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS como uma grande escola, na qual o estímulo permanente conduz ao aperfeiçoamento, ao crescimento intelectual e profissional. A aprendizagem flui no cotidiano do trabalho, levando a todos a elevarem o padrão funcional, garantindo um esforço conjunto de qualidade dos serviços hospitalares.

Médicos e demais funcionários, que começaram suas carreiras na CLÍNICA e deram continuidade no HOSPITAL, evocam os primeiros tempos, a construção dos equipamentos físicos, a implantação, gradual, dos diversos serviços, e consagram o modelo de gestão adotado pelo Fundador JOSÉ AUGUSTO BARRETO, acreditando no futuro da instituição.

Nos depoimentos que marcam os 40 anos da CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS, todos foram uníssonos na exaltação do passado e na convicção de que a caminhada a seguir, tem todas as condições de ser vitoriosa, graças a um gerenciamento administrativo, descentralizado, que atualiza os métodos de trabalho.

Fiéis aos princípios e valores que marcam a trajetória da CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS, a direção da entidade racionaliza a administração, acompanhando com rigor as tendências gerenciais adotadas no Brasil e no Brasil em instituições do mesmo gênero.

Os depoimentos são votos conscientes de quem acredita no esforço de levar adiante, pelo tempo afora, uma obra que em 40 anos deu a Sergipe o exemplo de como acolher, como atender, como tratar e como devolver ao seio da família, os milhares de doentes, que com suas aflições lotaram os apartamentos e as enfermarias da CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS. E são, também, uma confissão grata da permanente aprendizagem que marcou a carreira dos profissionais da Casa.

Há os que chegaram na primeira hora e que participaram da montagem da estrutura de atendimento. Outros foram sendo incorporados no andar do tempo, assumindo lugares nos quais concorreram para o sucesso da CLÍNICA E DO HOSPITAL. Ainda hoje a instituição é aberta aos novos, aqueles que apresentam disposição para as pesquisas, os estudos e o trabalho profissional qualificado,como requisito básico para compor o seleto quadro de servidores e colaboradores. Acolhimento, bom atendimento, uso adequado e atualizado das tecnologias, escola, humanismo, são palavras chaves para o sucesso da iniciativa de JOSÉ AUGUSTO BARRETO e de DIETRICH TODT, os Fundadores.






JOSÉ AUGUSTO BARRETO

81 anos, 40 dedicados à CLÍNICA E HOSPITAL SÃO LUCAS. Antes ele já era o clínico afamado, especialista em Cardiologia, com estudos complementares nos Estados Unidos, médico do Hospital de Cirurgia e do IAPC, fundador e professor da Faculdade de Medicina de Sergipe, depois incorporada a Universidade Federal de Sergipe, o cardiologista atualizado e bem procurado por seleta clientela, o sonhador, que levou às últimas conseqüências o ideal médico e administrativo, ao fundar, em 1969, a CLÍNICA SÃO LUCAS, embrião de todas as ações que antecederam a construção e instalação do HOSPITAL SÃO LUCAS, em 1978.

Referência da Cardiologia no Estado, JOSÉ AUGUSTO BARRETO levou todo o seu cabedal científico, toda a sua experiência, para formar com seus colegas e auxiliares um corpo bem preparado e atualizado, com o qual modernizou o atendimento médico em Sergipe. Pioneiro na montagem de várias especialidades, com as quais ofereceu serviços novos, transformou o HOSPITAL SÃO LUCAS numa referência nacional.

De uniforme branco, atendendo no seu consultório ou caminhando pelos corredores do HOSPITAL, JOSÉ AUGUSTO BARRETO é, ele próprio, também uma referência viva, um exemplo e ao mesmo tempo um símbolo que estimula o funcionamento do HOSPITAL SÃO LUCAS.

Consciente do seu papel, realizado como profissional, vitorioso como empreendedor, JOSÉ AUGUSTO BARRETO conta com os filhos médicos – Tereza, Martha e José Augusto Filho –o filho psicólogo - Ricardo, a filha odontóloga - Célia, e com o filho administrador – Paulo – para tocarem adiante, com os filhos de TODT – João Carlos e Maurício – um médico outro administrador – a obra que hoje, pelos serviços que presta, pertence a Sergipe e aos sergipanos.



DIETRICH WILHELM TODT

Baiano de Salvador, onde nasceu em 1937, criado em Cachoeira, formado em 1968 pela conceituada Faculdade de Medicina da Bahia. Casado com Eunice Azevedo, irmã de Maria da Conceição Azevedo, conheceu JOSÉ AUGUSTO BARRETO e com ele estabeleceu um vínculo de amizade que perdura e que é responsável pelo trabalho em conjunto, que empreenderam para a criação da CLÍNICA SÃO LUCAS, da Urgência, e, depois, do HOSPITAL SÃO LUCAS.

Especialista em Pneumologia, professor da Universidade Federal de Sergipe, clínico do INPS, veio a Aracaju de licença, mas adaptou-se e ficou, participando com JOSÉ AUGUSTO BARRETO do projeto da CLÍNICA e do HOSPITAL. Dr. Todt, como é tratado pelos colegas e funcionários do HOSPITAL, credita ao conceito de acolhimento, ao crescimento progressivo, e a credibilidade, o sucesso do Complexo SÃO LUCAS. E acompanhou o efeito gerado no urbanismo do Bairro São José, que foi transformado no “Bairro da Saúde.”

Dr. TODT acredita que os novos dirigentes do HOSPITAL SÃO LUCAS, entre os quais estão filhos dele e de JOSÉ AUGUSTO BARRETO, manterão a mesma linha de conduta ética, de dignidade, oferecendo uma medicina ética, com esmero. Aos colegas de trabalho destina uma mensagem de esperança, valorizando “a mão no ombro, o carinho com o doente,” recomendando que examinem e cuidem bem dos seus pacientes.

MÉDICOS

ANTONIO CARLOS SOBRAL SOUZA

Sergipano de Aracaju, formado em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe, com estudos complementares na Universidade de Brown, nos Estados Unidos, com Especialização em Clínica Médica no Hospital do Servidor Público de São Paulo, em Cardiologia no Instituto Dante Pazzanesi de Cardiologia, em São Paulo, doutorado pela Universidade de São Paulo, Campus de Ribeirão Preto, em Cardiologia, Fellow do American College of Cardiology (Estados Unidos), professor da Universidade Federal de Sergipe e membro de diversas entidades nacionais e estrangeiras, é fundador e um dos coordenadores do ECOLAB – Serviço de Ecocardiografia; Coordenador do Serviço de Cirurgia Cardíaca, Coordenador da Residência Médica em Cardiologia do HOSPITAL SÃO LUCAS, reconhecida pelo MEC; Coordenador do Centro de Ensino e Pesquisa da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS.

Com suas atividades no HOSPITAL SÃO LUCAS, iniciadas em 1987 pode testemunhar o crescimento fantástico que a Cardiologia vem experimentando no HOSPITAL SÃO LUCAS. Destaca as publicações do Centro de Ensino e Pesquisa, pelo caráter internacional e aceitação nos centros científicos, e a Residência Médica em Cardiologia, mantida com a chancela oficial do Ministério da Educação, recebendo dois residentes por ano. Considerando que uma das diretrizes do HOSPITAL SÃO LUCAS é a sua dimensão social, atendendo a todos, Antonio Carlos Souza tem orgulho da assistência aos pacientes, da dimensão do ensino e da pesquisa.

CELI MARQUES SANTOS

Nascida em Aracaju, médica pela Universidade Federal de Sergipe, com Especialização no Instituto Dante Pazzanese, de São Paulo, Mestrado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo, Especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia/AMB e também Especialista em Terapia Intensiva pela AMIB/AMB, Celi Marques Santos está há 30 anos no HOSPITAL SÃO LUCAS, atuando como Preceptora de Internato (em Convênio com a Universidade Federal de Sergipe, para alunos do 6º ano de Medicina), com Consultório, como Plantonista na Urgência e na Terapia Intensiva. Coordena, há 20 anos, a Unidade de Tratamento Intensivo – UTI.

Feliz, ele lembra que o Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO a pegou pela mão e a levou para o Serviço de Eletrocardiograma, dizendo: “Você vai começar aprendendo a fazer Eletrocardiograma.” E assim foi. Na UTI testemunhou o crescimento do HOSPITAL. Antes eram 6 leitos, lembra Dra. Celi, posteriormente 14 (com a Unidade Coronária) até janeiro de 2009, 20 leitos e, em breves dias, 30 leitos, incluindo Unidade Cirúrgica.

Dizendo que a sua história se mistura com a história do Hospital, no processo de educação continuada, que lhe dá orgulho de trabalhar, sabendo que a estrutura acadêmica em momento algum desaparece.

CLEBER BONFIM ARAUJO MARTINS

Nascido em Aracaju, é Médico pela Universidade Federal de Sergipe, com Residência e Especialização em Cardiologia Intervencionista, em São Paulo, com o Professor Adib Jatene e com Especialização em Havard, nos Estados Unidos. Há 20 anos está no HOSPITAL SÃO LUCAS, como Cardiologista Intervencionista, Setor de Hemodinâmica.

Dr. Cleber desabafa: “Praticamente fui criado aqui, convivendo com os vários médicos” participando de um sonho que consolidava o uso da tecnologia de ponta, para garantir um padrão de qualidade de referência, seguindo os ensinamentos de JOSÉ AUGUSTO BARRETO que dizia não existir limites quando se atende um paciente. Para Dr. Cleber o SÃO LUCAS atingiu o estágio da arte, com sua equipe pluridisciplinar e seus equipamentos de ponta, fazendo da Hemodinâmica uma referência.

DALVA MARIA VASCONCELOS OURO REIS

Sergipana de Aracaju, formada em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe, com Internato na Bahia, Especialização em Cardiologia, habilitação em Ergometria, há 26 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS, tanto no corpo clínico, como no SÃO LUCAS CÁRDIO.

Dizendo ter aprendido muito no SÃO LUCAS, considera a instituição como modelo de ética e de cuidado com o paciente. “Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO e Dr. TODT foram modelos, pois aprendemos aqui sobre o cuidado de acompanhar os avanços da tecnologia e o aperfeiçoamento do seu quadro clínico e funcional.” Dizendo ter “muito orgulho de trabalhar aqui” a Dra. Dalva assevera que “quando o paciente chega no SÃO LUCAS ele tem certeza de que terá o melhor atendimento que a gente dispõe.”

FÁBIO LEOPOLDINO

Nascido em Uruçuca, na Bahia, fez Medicina na Universidade Federal de Sergipe, com Mestrado em Neurologia e Especialização em Neurobiologia. Está há 17 anos no HOSPITAL SÃO LUCAS, tendo começado a trabalhar na UTI, logo conhecendo as características da instituição.

Na opinião do Dr. Fábio, o HOSPITAL SÃO LUCAS “é um lugar muito bom para trabalhar, onde se consegue sonhar com a sensação de que é possível” e onde, segundo disse, se pratica uma “Medicina justa, honesta, de qualidade técnica, o mais próximo possível do melhor, como uma busca permanente.”

GERALDO MOREIRA MELO

Aracajuano, concluiu o curso de Medicina na turma de 1969 e logo foi para o Rio de Janeiro fazer Residência, em Clínica Médica, no Hospital dos Servidores. Desde o ano de sua formatura que integrou-se aos esforços do Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO para instalar uma CLÍNICA em Aracaju. Foi fazer, depois, Mestrado em Nefrologia, na Escola Paulista de Medicina e incorporou-se a CLÍNICA SÃO LUCAS organizando o Serviço de Nefrologia, em 1981, e outros serviços como a NEFROCLÍNICA, responsável por fatos importantes, como o 1º Transplante Renal, realizado contando com a liderança científica do Dr. FERNANDO MAYNARD (já falecido).

Para tratamentos qualificados, ao invés da Enfermaria os pacientes passaram a contar com o Serviço de Hemodiálise e Diálise Peritorial, que têm prestado relevantes serviços à saúde pública em Sergipe.

Para Dr. Geraldo Melo “o HOSPITAL SÃO LUCAS é um hospital que suplanta tudo. Todos os pacientes são bem cuidados de enfermagem, de parte médica, laboratórios e a gente fica muito tranqüilo sob o comando do Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO.”

Dr. Geraldo Moreira Melo, participa, ainda hoje, acionariamente do SÃO LUCAS, como um dos fundadores DA CLÍNICA e do HOSPITAL.

HENRIQUE BATISTA E SILVA

Nascido em Aracaju, médico pela Universidade Federal de Sergipe, com Residência na Policlínica Geral do Rio de Janeiro, Mestrado em Cardiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutorando em Bioética, pela Universidade do Porto (Portugal), com diversas atividades como a de Presidente do Conselho Diretor da Fundação Universidade Federal de Sergipe, Presidente do Conselho Regional de Medicina, Secretário do Conselho Nacional de Medicina, e sendo autor do livro História da Medicina em Sergipe. Há 39 anos trabalhando junto ao Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO, na CLÍNICA, a partir de sua fundação, em 1969, e no HOSPITAL, em 1978, onde mantém seu consultório, ele teve a oportunidade de acompanhar passo a passo a implantação da instituição. Ao longo dos 40 anos participou de todos os serviços criados, de todos os avanços conquistados, de todo o sucesso reconhecidos pela sociedade sergipana.

Dr. Henrique Batista considera um marco referencial na prestação de serviços de saúde o HOSPITAL SÃO LUCAS, “como expressão de tudo aquilo idealizado pelo seu fundador.”

JOÃO BOSCO ROCHA

Sergipano de Aracaju, formado em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe, especialista em Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Está no SÃO LUCAS desde a criação do HOSPITAL, em 1978, sendo Diretor da Urgência Cardiológica.

Lembrando que a sua turma de estudantes foi a primeira a estagiar no HOSPITAL SÃO LUCAS, Dr. João Bosco, que é um dos mais destacados integrantes da equipe médica cardiológica, considera que “o mais impressionante foi o acompanhamento feito pelo HOSPITAL, no desenvolvimento tecnológico mundial, sem perder a tradição da Medicina clássica”.

JOÃO CARLOS TODT

Médico nascido na Bahia, formado em Sergipe, com Mestrado em Otorinolaringoscopia pela Universidade de São Paulo, Campus de Ribeirão Preto. Com 13 anos de atuação no HOSPITAL SÃO LUCAS, é o Diretor do Setor de Imagens de Tomografia e Endoscopia Respiratória.

Filho do co-fundador DIETRICH TODT, dr. João Carlos chama a atenção para a “grande união (dos fundadores), desde o início, observando as mudanças, fazendo grande trabalho”, destacando a participação da família, principalmente as esposas – Maria da Conceição e Eunice Azevedo – que “nos momentos mais difíceis estiveram presentes e deram contribuição ao projeto dos fundadores.”

JOSÉ AUGUSTO SOARES BARRETO FILHO

Filho e seguidor na clínica cardiológica de JOSÉ AUGUSTO BARRETO, nasceu em Aracaju, é médico pela Universidade Federal de Sergipe, com Residência e Doutorado no INCOR (Instituto do Coração) de São Paulo. É professor da Universidade Federal de Sergipe e há 5 anos está no HOSPITAL SÃO LUCAS. Lembra que tinha apenas 2 anos quando a CLÍNICA foi fundada, e diz que “poucas pessoas fazem idéia da dimensão da obra no seio de uma família. Obra feita de muita coragem e acima de tudo de uma vocação que uniu JOSÉ AUGUSTO BARRETO e TODT.

Dizendo que houve dores, dissabores, incerteza, dúvida e até desespero no passado, “comemorar 40 anos é motivo muito grande de orgulho e de satisfação, realçando a estrutura atual com a Hemodinâmica, com o Centro de Referência em Cardiologia, com a produção científica, desejando que “as novas gerações que estão chegando tenham o mesmo sonho da geração dos fundadores, que possibilitaram esta história vitoriosa que celebramos hoje.”

JOEL TORRES SANTOS

Nascido em Propriá (SE), formado pela Universidade Federal de Sergipe, turma de 1982, com habilitação em Clínica Geral e Urgência Médica, está há 25 anos no HOSPITAL SÃO LUCAS, sempre trabalhando na Urgência.

Foi da primeira turma de Residência Médica, sendo, desde então, estimulado pelo Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO.

Dr. Joel considera que depois de 40 anos de plenas atividades, o HOSPITAL SÃO LUCAS permanece atual, com a mesma facilidade para fazer diagnósticos, por ter 40 anos de hegemonia em tecnologia em Sergipe.

JOSILÁVIO DE ALMEIDA ARAÚJO

Aracajuano, médico pela Universidade Federal de Sergipe, com Especialização em Cardiologia e Hemodinâmica, feitas em São Paulo. Exerceu a presidência do Conselho Regional de Medicina, sendo também membro do Conselho Nacional de Medicina.

É médico cardiologista da Universidade Federal de Sergipe, atuando no Hospital Universitário.

Está há mais de 20 anos no HOSPITAL SÃO LUCAS, trabalhando na Hemodinâmica, e de todos estes anos o que chama a sua atenção é “o corpo de funcionários dedicados, seus médicos aperfeiçoados, seus equipamentos com tecnologia de ponta, especialmente na área de Cardiologia, e que presta serviços de ótima qualidade.”

JUVENAL TORRES NETO

Aracajuano, médico desde 1982, pela Universidade Federal de Sergipe, com a especialidade de Coloproctologista, com Residência Médica em Cirurgia Geral e Coloproctologia, no Hospital da PM do Rio de Janeiro. Mestre e doutor em Cirurgia do Aparelho Digestivo, pela Universidade de São Paulo. É professor Adjunto da Universidade Federal de Sergipe, da Cadeira de Doenças do Aparelho Digestivo.

No SÃO LUCAS desde 1987, há 26 anos quando começou como estudante, e atua como Proctologista e Cirurgião Geral, diz que sua “história de vida se confunde com a história do Hospital”, lembrando que teve a satisfação de trabalhar no Centro Cirúrgico, podendo constatar a importância enorme do HOSPITAL SÃO LUCAS para os Estados vizinhos, pela confiança que as famílias têm de trazer seus entes queridos para o Hospital, que tem estrutura e equipe multidisciplinar apta e sempre pronta a atender.

LAURO BARROS FONTES

Perto de completar 34 anos de presença e trabalho na CLÍNICA e no HOSPITAL SÃO LUCAS, Lauro Fontes é médico desde 1975, formado pela Universidade Federal de Sergipe. Ele reconhece que falar do SÃO LUCAS é motivo de muito orgulho, pois passou mais da metade da vida convivendo com a instituição que é “orgulho para Sergipe, para o Brasil, com renome internacional, por ser referência em várias especialidades”.

Consciente da sua participação em certos e determinados momentos da vida e da evolução do SÃO LUCAS, Dr. Lauro Fontes continua ativo nos esforços empreendidos pelo HOSPITAL, parabenizando a todos os que concorreram para a obra em defesa da vida e da saúde, especialmente a Paulo Azevedo Barreto, pessoa que sua determinação, tino administrativo, merece a confiança dos que fazem os diversos serviços do HOSPITAL.

MAGNA CONSUELO BRITO RORIZ

Natural de Aracaju, médica pela Universidade Federal de Sergipe, com especialidade em Endocrinologia, utilizada como apoio a todas as especialidades, cem consultório, há 27 anos, no HOSPITAL SÃO LUCAS. Dra. Magna tem o SÃO LUCAS como “um trabalho que é referência em todo o Brasil, e uma casa muito correta” e assim justifica a relação de amor que tem pela entidade. Valoriza a atualização do conhecimento, considerando o HOSPITAL como “uma Escola, que atua com seriedade, uma Escola profissional, de conhecimento e de solidariedade” levando a que tenha orgulho do trabalho que faz, a ponto de dizer: “Amo demais o SÃO LUCAS e não vivo sem ele.”

MARCOS ANTONIO ALMEIDA

Criado em Lagarto, mas nascido em Aracaju, estudou Medicina na Universidade Federal de Sergipe, com Residência em Clínica Médica, no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, e Cardiologia e Marca Passo, no Instituto Dante Pazzanesi, também em São Paulo. Há mais de 18 anos integra o corpo clínico do HOSPITAL SÃO LUCAS. Estagiou na UTI, acompanhou JOSÉ AUGUSTO BARRETO como Monitor, e tem sob a sua responsabilidade a realização de exames, Holter, Teste Ergométrico, e outros, sendo ainda responsável pelo Serviço de Arritmia e Marca Passo. Na vida acadêmica pertence a Academia Sergipana de Medicina e a Academia Sergipana de Letras, tendo vários livros publicados.

Dr. Marcos Almeida reconhece que sua relação com o HOSPITAL “é antiga, intensa e profunda” e que tem no Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO, “pessoa criteriosa, organizada com grande respeito pelo ser humano, que viu seu interesse e lhe deu oportunidades.” Ainda sobre o Fundador, Dr. Marcos Almeida identifica nele grande capacidade ética, didática e de grande confiabilidade, como um “símbolo de equilíbrio, harmonia e confiança.”

Destacando o 1º Holter computadorizado, 24 horas, os Estudos, a implantação de outros exames, a investigação dos portadores de arritmia, como exames que Aracaju não oferecia, Dr. Marcos Almeida completou dizendo que “o HOSPITAL SÃO LUCAS é uma vitória, mantendo sua missão ética e humana, com a mais atual tecnologia, e com capacidade de superar desafios.

MARIA TEREZA AZEVEDO BARRETO

Nascida na capital sergipana, médica pela Universidade Federal de Sergipe, com Internato nos Estados Unidos, Residência em Hematologia no Instituto Artur Siqueira Cavalcanti. Professora da UFSE, clinicou e foi fundadora do Laboratório de Análises Clínicas do HOSPITAL SÃO LUCAS, onde, também, implantou a Psico-oncologia Hospitalar. Atualmente trabalha como Médica Psicossomática, com o Núcleo de Evolução Humana de Sergipe.

Demonstrando sua admiração pela mãe, D. Conceição Azevedo Barreto, e pelo pai “meu professor, o idealizador da CLINICA e o construtor do HOSPITAL, uma obra que antes de ser uma instituição material, produz valores, mantendo os propósitos, sem se afastar do essencial.” E continua, dizendo: “Quando eu olho, hoje, vejo que ele (JAB) chegou aonde se propôs.”

Por fim antecipa o futuro: “Eu vejo que um novo momento pode ser vislumbrado, e o HOSPITAL SÃO LUCAS será conduzido com o mesmo despreendimento.”

MARTHA AZEVEDO BARRETO

Sergipana de Aracaju, médica formada pela Universidade Federal de Sergipe, com Especialização em Cardiologia pelo INCOR (Instituto do Coração) de São Paulo e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Trabalha como Ecocardiologista há 26 anos. Ao referir-se ao HOSPITAL diz: “Falar do SÃO LUCAS, quando eu entrei, é dizer que foi o SÃO LUCAS que entrou na minha vida. Nasci no Dia de São Lucas e a minha vida sempre foi ligada com o SÃO LUCAS, desde os 13 anos. E continua dizendo: “Vejo hoje o SÃO LUCAS, comemorando os 40 anos, uma instituição como organismo humano e que ao longo dos anos vem crescendo, adquirindo maturidade emocional, onde as relações da empresa estão mais amadurecidas.”

Para a Dra. Martha Barreto é preciso preservar o DNA da empresa, com real humanização, com liberdade de escolher os seus caminhos, pois o HOSPITAL SÃO LUCAS “nasceu de um idealista, que com o tempo vem se adaptando à realidade, com equipe consolidada, serviços consolidados no rumo de um objetivo maior.”

RENATO PRUDENTE FRANCO

Nascido em Aracaju, médico pela Universidade Federal de Sergipe, voltado para a Clínica Médica e a Geriatria, sendo Mestre em Ciências da Saúde pela UFSE. É Coordenador da Residência Médica do Hospital Universitário. Sobre sua presença no quadro do HOSPITAL SÃO LUCAS, Dr. Renato Prudente diz que tem “prazer de conviver com algumas realizações deste HOSPITAL, orgulhoso de participar do grupo seleto que faz o dia a dia da instituição” e ter caminhado com ele 7 anos, sempre com extremo prazer, pois é aqui que estão seus amigos e pacientes.

Ao expressar os seus parabéns, pelos 40 anos do HOSPITAL SÃO LUCAS, Dr. Renato Prudente valeu-se de um pensamento que bem se aplica ao SÃO LUCAS, que no seu entendimento tem a “Sapiência da maturidade, sem perder o ímpeto da juventude.”

RICARDO JOSÉ VIANA DE BRAGANÇA

Médico pela Universidade Federal de Sergipe, turma de 1980, sergipano de Aracaju, de tradicional família de médicos e intelectuais, fez Mestrado em Urologia, no Campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia, atualmente integrante da Seccional da SBU, para o biênio 2010/2011. Está no HOSPITAL SÃO LUCAS desde o último ano do curso médico, permanecendo até hoje, quando está perto de completar 30 anos de atividades como médico do corpo clínico, e Coordenador da Unidade de Transplante Renal. Participou dos esforços pela modernização dos serviços, desde o primeiro Transplante Renal até o Transplante de rim de cadáver, que o SÃO LUCAS realizou 4 em uma semana, em 2003, sob a sua coordenação. Citou a 1ª extração de cálculo renal sem cirurgia, utilizando a técnica percutânea, bem como o 1º Curso de Treinamento de cálculo renal por laser, as cirurgias cardíacas e outros procedimentos, que no que se refere a nefrologia o trabalho foi de vanguarda e que, por isto mesmo, é “um marco na sociedade sergipana,” como “medicina de primeira linha, em ampla expansão, prezando a parte humanística para todos, fiel ao idealismo de JOSÉ AUGUSTO BARRETO.

SHEILA CRISTINA TONHEIRO FERRO DA SILVA

Alagoana de Maceió, veio com 7 anos para Sergipe, onde fez o curso de Medicina, na Universidade Federal de Sergipe, com habilitação em Cardiologia, Residência e Título de Especialista em Cirurgia e Ergometria. Está há 7 anos no HOSPITAL SÃO LUCAS, como médica da Urgência, responsável pelo Centro de Treinamento em Parada Cardíaca.

Dizendo dever tudo o que aprendeu aos dois fundadores, confessa que realizou o sonho que sempre alimentou, de um dia ser médica e pertencer aos quadros do HOSPITAL SÃO LUCAS, que tem na conta de uma “grande referência técnica em Medicina, mas também humana.”

VALDINALDO ARAGÃO DE MELO

Nascido em Itabi, na região sergipana do baixo São Francisco, médico pela Universidade Federal de Sergipe, turma de 1976, é especialista em Cirurgia Geral e Aparelho Digestivo, com Mestrado e Doutorado pela Universidade de São Paulo, Campus de Ribeirão Preto. Está no HOSPITAL SÃO LUCAS desde 1977, onde fez a 1ª Cirurgia de urgência, com o seu colega Djenal Gonçalves. Viajou para os Estados Unidos, aprimorando seus conhecimentos em Nova Iorque e em Los Ângeles.

Para Dr. Valdinaldo o HOSPITAL SÃO LUCAS “representa um avanço na Medicina de Sergipe, trazendo tecnologia, qualidade, sem perder o lado humano. É um HOSPITAL reconhecido e acreditado, que mantém seu quadro atualizado e não falta nada, como Hospital de primeiro mundo.” Creditando que o referencial está, também, na direção, destaca a pessoa do Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO, afirmando: “Muita coisa mudou em 40 anos, e ainda continuará evoluindo.”

ENFERMEIRAS

LENIRA NUNES

Sergipana de Aquidabã, Técnica em Enfermagem, trabalha há 18 anos no SÃO LUCAS. Tem presente que o HOSPITAL investiu nos funcionários, cresceu com eles, e por isto merece ser parabenizado pela coragem.

MARIA IVANILDA ALMEIDA GARCEZ

Natural de Simão Dias/SE, morando em Aracaju há 25 anos, Enfermeira há 15 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS. Para ela o SÃO LUCAS é “uma empresa séria, que trabalha com ética, com respeito, buscando sempre a inovação tecnológica, para prestar uma melhor assistência aos seus clientes” e que “busca e encontra soluções para os seus problemas.”

LOÉLIA MARIA CAMPOS MAIA DE ANDRADE

Pernambucana do Recife, Enfermeira pela Universidade Federal de Pernambuco, atuou, por muitos anos, no HOSPITAL SÃO LUCAS, “acompanhando a evolução dos seus serviços.” Para ela o grupo SÃO LUCAS compõe “uma verdadeira família,” onde o trabalho é bom e proveitoso, com o qual as equipes têm melhorado e aperfeiçoado.

TEREZINHA ALMEIDA COSTA

Nascida em Campo do Brito, no agreste sergipano, é Auxiliar de Enfermagem e há mais de 20 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS, confessando que tem sido “muito importante, porque a empresa é de qualidade e dispõe de bons profissionais.”

Em face dos 40 anos declarou: “O HOSPITAL SÃO LUCAS faz hoje 40 anos de existência, ajudando a salvar vidas e a mantê-las, se preocupando sempre em dá o melhor serviço aos seus pacientes, com uma equipe de profissionais responsáveis e qualificados. Nesses 20 anos de convívio com os profissionais de saúde e pacientes que por aqui passaram, tenho muito a agradecer, a bela experiência de vida e o carinho a me dedicados e quero acrescentar ainda que me sinto realizada em poder fazer parte dessa grande equipe do HOSPITAL SÃO LUCAS.”

OUTROS PROFISSIONAIS

ALINE CARDOSO ALBUQUERQUE BARRETO

Nascida em Aracaju, Assistente Social pela Universidade Federal de Sergipe, com Especialização em Economia e Gestão das Relações de Trabalho, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Está no HOSPITAL SÃO LUCAS há 4 anos, exercendo as funções de Gerente de Recursos Humanos.

Para ela, o HOSPITAL SÃO LUCAS é “uma empresa preocupada com a formação, com a educação das pessoas,” e isto, no seu entender, faz a diferença, concorrendo para elevar a importância das pessoas no contexto do trabalho. Sobre a efeméride declara: “Eu tenho muito orgulho de participar do SÃO LUCAS e de viver a celebração dos seus 40 anos. Queremos continuar investindo nas pessoas, médicos, pacientes, funcionários, com uma política de inclusão social.”

ANTONIO JOSÉ MELO MARQUES

Psicólogo Clínico pela Universidade Federal da Bahia, participa das comemorações dos 40 anos do HOSPITAL SÃO LUCAS na condição de membro da família, como esposo da Dra. Martha Azevedo Barreto. Para ele JOSÉ AUGUSTO BARRETO mantém a fé com a qual começou o seu empreendimento, justificando que a fé, mais que uma instituição de cura pelos remédios e intervenções cirúrgicas, faz com que o HOSPITAL SÃO LUCAS desponte como referência de superação de dificuldades insuportáveis.

JOÃO DE ANDRADE GARCEZ FILHO

Aracajuano, Cirurgião Dentista pela Universidade Federal de Sergipe, com especialização em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, no Fundão (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Está desde 1986 no HOSPITAL SÃO LUCAS, onde é Chefe do Serviço, e revela ter participado, algumas vezes, das angústias que os fundadores viveram na implantação do HOSPITAL e que, durante estes anos, acompanhou todo o crescimento do HOSPITAL SÃO LUCAS e “pude ver o interesse e o imenso trabalho, lutando contra as dificuldades.”

No entender do Dr. João de Andrade Garcez Filho falar do HOSPITAL SÃO LUCAS é uma honra, porque identifica uma “visão do que é fazer Medicina, fazendo o melhor”, aproveitando para desejar a todos que continuem neste exercício de cidadania, confortando quem recorre ao HOSPITAL SÃO LUCAS.”

MARA AUGUSTA CARDOSO BARRETO

Odontóloga, Especialista e Mestre em Odontopediatria pela Universidade de São Paulo, Professora da Universidade Tiradentes. Casada com Ricardo Azevedo Barreto carrega profunda admiração pelo Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO, pela lição de solidariedade e humanismo de um verdadeiro pai. Sempre afetuosa ao referir-se ao Fundador, ela assevera: “Eu posso dizer que ele doou a sua vida inteira a este Hospital.”

ISABEL CRISTINA DA SILVA SANTOS

Sergipana de Aracaju, Auxiliar Administrativo (tem curso superior em Administração) e há 23 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS.

Tem consciência de que a instituição cuida da comunidade, seu negócio é a saúde, acolhe e atende aos seus clientes com segurança, dentro da ética, e com tecnologias avançadas, considerando o HOSPITAL SÃO LUCAS “um exemplo de superação, transformação e perseverança.”

JOCILENE ROIDRIGUES DO NASCIMENTO

Nascida na Bahia, há mais de 30 anos adotou Aracaju como o lugar para morar, e há 23 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS.

Afirma gostar muito do seu trabalho, acompanha o crescimento do HOSPITAL, porque “aqui é uma Escola, cada dia aprende-se mais.”

JOÃO BATISTA DOS SANTOS

Nascido em Porto da Folha, formado em Ciências Contábeis, há 20 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS, sendo este o seu primeiro emprego.

Para ele o HOSPITAL representa a sua segunda casa.

JOEL GUILHERME DE BRITO

Nascido em Itabi, entrou no HOSPITAL SÃO LUCAS como Chefe de Limpeza, em 1978 (ano da inauguração), sendo depois Motorista. Assegura que tem “uma marca feliz do HOSPITAL SÃO LUCAS, que não vou esquecer nunca. O SÃO LUCAS é tudo para mim, aqui eu me criei, tendo como pai o HOSPITAL SÃO LUCAS. Adoro o SÃO LUCAS.”

SILVANIA DOS SANTOS

Nascida em Aracaju, advogada de formação, há 21 anos no HOSPITAL SÃO LUCAS, onde é Gerente do Departamento de Pessoal.

No seu trabalho identifica que “o HOSPITAL SÃO LUCAS vê muito o lado humano, acreditando e investindo nas pessoas e sendo, por isto mesmo, acreditado.” Anuncia a admissão de mais 200 funcionários, para somarem com 925 trabalhadores com vínculo empregatício, afora os terceirizados, creditando o êxito do trabalho aos “princípios norteadores, que têm continuidade.”

SILVÂNIA LIMA SANTOS ANDRADE

Nascida em Aracaju, Técnico em ECG, trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS há 20 anos. Vendo o HOSPITAL SÃO LUCAS como uma família, “que ensinou tudo o que sei, tanto no lado humano, quanto profissional, como entidade séria, conceituada”, o que, na sua opinião era “o melhor estabelecimento de saúde de Sergipe.”

PAULO AZEVEDO BARRETO

Nascido em Aracaju, Engenheiro Eletrônico, com Pós-Graduação em Administração, pela Universidade Federal da Bahia. Fez 2 anos de Informática, na Alemanha.

Sua experiência começou em Salvador, quando assistiu a montagem dos Tomógrafos, no Hospital Espanhol e quando trabalhou na Interclínica NEODATA, com Informática Médica. Depois de 15 anos fora de Sergipe, retornou e há 13 anos integrou-se ao HOSPITAL SÃO LUCAS e há 7 anos é seu Superintendente.

Interessado por novas tecnologias, andou por vários lugares, no Brasil e no exterior, sendo o único filho do Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO a ficar fora dos cursos ligados à saúde. Lembra, contudo, “das dificuldades enfrentadas pela família, considerando que a família serviu mais ao Hospital do que foi servida.”

Tendo o SÃO LUCAS como “obra muito séria, preocupada com as pessoas.”

Hoje – afirma – o HOSPITAL é uma empresa que venceu os desafios que a realidade impôs, que revelou coesão. Hoje eu sinto que a gente tem condições de fazer coisas com as quais a gente sempre sonhou.” Fixa a credibilidade como um valor conquistado, e diz que “fazer o melhor é o que delineia o futuro de uma empresa exigente, que não se contenta com o menos.”

GERALDO MAGELA MONTEIRO FONTES

Nascido em Aracaju, bacharel em Ciências Contábeis, há 20 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS, sendo Diretor Financeiro.

Para ele, falar do HOSPITAL SÃO LUCAS é como falar da Medicina em Sergipe. “Durante 20 anos – disse – tenho acompanhado todo o esforço de todas pessoas, para que possam oferecer à comunidade, uma Medicina ética e para o interesse do cidadão.”

Por fim, referindo-se aos 40 anos do HOSPITAL SÃO LUCAS enfatiza que “o maior presente é sua existência na comunidade.”

LUIZ SOARES BARRETO

Nascido em Salgado, Engenheiro Agrônomo, tem Especialização em Administração. Desde 1996 está no HOSPITAL SÃO LUCAS, onde exerce as funções de Diretor Administrativo.

Luiz Soares Barreto diz que viu a instituição nascer, acompanhou JOSÉ AUGUSTO BARRETO (seu irmão) e está muito feliz com os resultados alcançados. Considera o SÃO LUCAS “uma instituição muito séria, com objetivos de atender eticamente a todos” e deseja o sucesso continue.

MAURÍCIO AZEVEDO TODT

Sergipano de Aracaju, formado em Administração, com Mestrado em Administração de Empresas, pela Universidade Federal da Paraiba. Há 20 anos está no HOSPITAL SÃO LUCAS.

“Eu nasci convivendo com o HOSPITAL, cresci com ele e aqui estou, nesta caminhada de 40 anos” – disse, acrescentando que sua experiência é como “a magia de administrar um HOSPITAL que é uma Escola prática.” Aos fundadores e aos que complementaram o esforço e fizeram a história do HOSPITAL cumprimenta e deseja felicidades.

ROSA MÉRICE ALVES PACHECO CARDOSO

Baiana de Jequié, Enfermeira, Bacharel em Direito, Administradora Hospitalar, há 18 anos trabalha no HOSPITAL SÃO LUCAS, 16 como Diretora Operacional.

Sobre sua formação, declara que fez outros cursos “por motivação do trabalho na instituição.” E sobre o HOSPITAL entende que “o diferencial é o foco no ser humano, corpo clínico agregando novos valores humanos, corpo funcional sempre atualizado, como está expresso na Missão do SÃO LUCAS: existir para acolher, curar, aliviar e confortar aqueles que o procuram.

SÉRGIO MURILO FONTES OLIVEIRA

Sergipano de Itabaiana, médico pela Universidade Federal de Sergipe, com Especialização em Gastroenterologia no Hospital das Clínicas de São Paulo, há 10 anos é o Diretor Clínico do HOSPITAL SÃO LUCAS.

Sobre o seu trabalho diz que “guarda experiência maravilhosa, que cresci como pessoa, acumulando êxito”, complementando que tem orgulho de fazer parte do corpo clínico que “faz a diferença”, para concluir dizendo que “seria muito difícil imaginar como seria a Medicina e a carreira sem o SÃO LUCAS.”






GALERIA DOS BENFEITORES

Nenhuma obra é de um homem só. A ajuda, que chega de diversos modos, é incorporada aos esforços iniciais como demonstração da mais alta solidariedade e adesão. Tanto no início, em 1969, quando da criação e montagem da CLÍNICA SÃO LUCAS, quanto durante a construção e a instalação do HOSPITAL SÃO LUCAS, e pelo tempo da história de tais empreendimentos, muitos amigos, familiares, autoridades, funcionários, médicos, deram um contributo que tornou possível vencer os desafios, em 40 anos de sucesso.

A data, registro de quatro décadas de trabalho constante, dá ocasião a que sejam feitos, nos Anais da CLINICA e do HOSPITAL SÃO LUCAS, os agradecimentos reconhecidos, os elogios mais justos, os louvores a todos aqueles que participaram, de muitos modos, desta obra destinada a servir aos sergipanos.

Um hospital é uma casa de vida, um lugar onde as limitações humanas ganham o alento da acolhida, do tratamento, da utilização do arsenal terapêutico, dos equipamentos, na busca incessante pela recuperação da saúde, pelo bem estar das pessoas.

O HOSPITAL SÃO LUCAS tem presente, em toda a sua história, que nas 24 horas do dia, nos dias da semana, nas semanas do mês, nos meses do ano, continuamente marcando o tempo, as suas ações destinadas a salvar vidas, minorar a dor e o sofrimento, recuperar esperanças. Cada atendimento é singular, tem características e indicações peculiares, mas todos eles merecem a mesma atenção, o mesmo zelo, a mesma marca humanística que tem sido um dos objetivos desta casa de saúde.

Os Fundadores JOSÉ AUGUSTO BARRETO e DIETRICH WILHELM TODT, timoneiros ainda hoje da grande obra hospitalar de Sergipe, partilham com as famílias, com os colaboradores da primeira hora, com colegas médicos, enfermeiros, técnicos, funcionários de todas as áreas, parentes, amigos, clientes, que souberam animar o empreendimento com o ânimo da solidariedade.

Foram tantos benfeitores, inclusive vários anônimos – lembra Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO – que prestaram alguma ajuda que nossos corações guardarão espaço para reconhecimento, agradecimento e gratidão.

As ajudas – continua o Fundador, vieram de várias formas: financeira, pela doação do trabalho, estímulo e orações. Neste item orações, conclui o médico, “reconhecemos que foram persistentes, valiosas e mereceram as graças divinas.”

É impossível citar a todos, mas a intenção é formar uma Galeria de Benfeitores, na qual ficarão registrados, para sempre, os nomes dignos dos parceiros que idealizaram e construíram, colocaram em funcionamento e aperfeiçoaram, constantemente, esta obra autenticamente sergipana, de amor e de respeito ao próximo, na mais correta inspiração que a fé consagra.

São Beneméritos:

A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, financiadora através do FAS
O BANCO DO ESTADO DE SERGIPE - BANESE
O BANCO DE CRÉDITO SERGIPENSE
O BANCO DANTAS FREIRE
O BANCO DO ESTADO DE SÃO PAULO – BANESPA
O BANCO ECONÔMICO
ANA LEONOR FONTES, poetisa, amiga da casa, portadora das mais belas palavras de estímulo
CARMELITA PINTO FONTES, mestra da criação literária, seus textos inspiraram os condutores do projeto,
SANDOVAL CAVALCANTE, da Fundição Holanda, que confeccionou, doou e fixou, pessoalmente, as Placas indicativas do HOSPITAL,
TEREZINHA BARONTO, enfermeira que treinou, sem ônus, a primeira Equipe de Enfermagem,ENFERMEIRA LOÉLIA, vinda do Recife para organizar os serviços de Enfermagem,

Dr. RONALD ANDRADE e Dra. SHEILA TAQUEDA, anestesistas que simbolizam todos os demais profissionais da área,

Dr. DJENAL GONÇALVES, DR. JOSÉ AUGUSTO BEZERRA, em nome dos quais são homenageados todos os cirurgiões,

Dr. JOSÉ TELES DE MENDONÇA e sua equipe, que honrou com competência e dedicação, na bela missão de salvar vidas,

Dr. GERALDO MOREIRA MELO, grande profissional e amigo, que como pioneiro introduziu a Hemodiálise no estado, no HOSPITAL SÃO LUCAS,

Dra. DALBA CHAGAS, que desde os primeiros anos e sempre dedicada até hoje, integra o serviço de Radiologia,

Dra. CONCEIÇÃO PASSOS que implantou o Banco de Sangue e trabalhou por vários anos e que, em parceria com o Hemocentro, continua prestando seus bons serviços,

Dr. HENRIQUE BATISTA E SILVA, ligado ao HOSPITAL desde a sua iniciação, como estudante de Medicina, e que continua vinculado a instituição, cuidando da Cardiologia e usando parte do seu tempo para estimular e aglutinar os médicos, na defesa dos princípios hipocráticos e na luta pelos seus direitos,

Dr. LAURO FONTES, como colaborador que se caracteriza pela sua competência, como clínico e cardiologista, arguto e grande amigo do HOSPITAL, tendo ao seu lado a sua esposa, Dra. ÂNGELA, pediatra de coração sensível às necessidades das crianças carentes da Creche Dom Luis Mousinho.

SÃO LUCAS CÁRDIO – GRUPO DE CARDIOLOGISTAS DO HOSPITAL SÃO LUCAS, (Dr. ANTONIO CARLOS SOBRAL SOUZA, Dra. CELI MARQUES SANTOS, Dr.. JOÃO BOSCO ROCHA, Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO FILHO, Dr. MARCOS ALMEIDA e dra. MARTHA BARRETO) que coordena as ações médicas na referida área, valorizando e honrando a instituição,

A DIRETORIA DO HOSPITAL SÃO LUCAS, nas pessoas dos dirigentes: Diretor Superintendente PAULO AZEVEDO BARRETO, Diretor Administrativo LUIZ SOARES BARRETO, Diretor Finaceiro GERALDO MAGELA MONTEIRO FONTES, Diretor Comercial MAURÍCIO AZEVEDO TODT, Diretora Operacional ROSA MÉRICE ALVES, PACHECO CARDOSO, Diretor Clínico SÉRGIO MURILO FONTES DE OLIVEIRA, que dão exemplo de coragem, dedicação, espírito de sacrifício, talento e competência para a missão de gerir um Hospital, vencer obstáculos, decifrando as complexidades,

MARIA HELENA OLIVEIRA SOUZA, que foi Secretária da Superintendência, caracterizando o seu trabalho pela capacidade e compromisso. Participou, com o Dr, JOSÉ AUGUSTO BARRETO, ativamente, da implantação da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, em 1986. Fez curso de Relações Públicas e passou a responsabilizar-se pelo setor no âmbito do Hospital. “Sempre dedicada – diz Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO – rápida na solução dos problemas, tem sido uma colaboradora amiga e leal.”

KÁTIA CAVALCANTE, com 16 anos de trabalho no SÃO LUCAS, segundo o Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO “é daquelas pessoas que estão sempre estudando, melhorando, aprimorando seus conhecimentos e seus dons e executando com amor os deus trabalhos.” Atualmente é a Secretária Geral da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, cargo de alta importância e responsabilidade,

RANRIETE OLIVEIRA, veio do INCOR, há 14 anos, onde exercia as funções de Chefe do Serviço de Radioisótopos da Medicina Nuclear. De acordo com o Fundador, trata-se de “uma Secretária cuidadosa, responsável, cumpridora dos seus deveres e sempre disponível, que procura executar suas tarefas com seriedade e precisão, tendo, ainda, grande satisfação em trabalhar no SÃO LUCAS,

GERENTES, MÉDICOS, ENFERMEIROS E TODOS OS FUNCIONÁRIOS que formam um todo organizado, com as características de equipe eficiente,

A PASTORAL DA SAÚDE DA PARÓQUIA DO SÃO JOSÉ, formada por senhoras dedicadas que prestam, desde 1979, valiosa ajuda aos pacientes carentes, sobretudo os renais, na aquisição de medicamentos de uso constante, cestas de alimentos, visitas, praticando a arte de acolher com carinho, no exercício da verdadeira caridade,

Desde sua fundação, que o HOSPITAL SÃO LUCAS tem, com a Paróquia do São José, uma ligação muito estreita. Por ocasião da pedra fundamental foi o seu vigário, padre JOSÉ AMARAL, o encarregado da cerimônia. A ligação continua hoje, com o padre MANOEL, que no momento dá assistência religiosa aos pacientes do HOSPITAL,

A FAMÍLIA DOS FUNDADORES JOSÉ AUGUSTO BARRETO E DIETRICH WILHELM TODT, pela solidariedade e apoio constante, que foram da maior relevância na realização da obra do HOSPITAL SÃO LUCAS. São Eles:

D. NICINHA TODT (cunhada), como nutricionista, coordenou a equipe que implantou o serviço de nutrição com competência e dedicação, trabalhando vários anos. D. NICINHA e D. CEIÇA colaboraram intensamente com outras ações necessárias a implantação, completa, do HOSPITAL SÃO LUCAS.

D. CEIÇA BARRETO (esposa) ajudou, desde o início do primeiro sonho, sem restrições, participando das dificuldades, tensões, exercendo precioso apoio, graças a sua fé e capacidade de trabalho. Como braço direito do marido, visitou hospitais em várias partes do Brasil, tomando nota do que via, auxiliando em tudo, inclusive serenando conflitos, angústias e incertezas.

D. MARIA EMÍLIA CASTRO (irmã), que trabalhou por muitos anos no HOSPITAL, gerenciando os serviços gerais e de limpeza, executando suas tarefas com dedicação e competência, sendo, por isto mesmo, querida dos seus auxiliares e colaboradores,

PEDRO PAULO DUARTE (cunhado), alto oficial do corpo de Fuzileiros Navais, Comandante de várias unidades, com curso superior em Administração e estágio nos Estados Unidos. Para o Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO foi num “momento difícil do HOSPITAL que contou, com ele, com seu despreendimento, seu preparo administrativo, e sua amizade”, a quem declara permanente gratidão,MARIA TEREZA AZEVEDO BARRETO (filha) médica especialista em Hematologia, com estágio nos Estados Unidos – M.D. Anderson, Huston – foi, de acordo com o Fundador, “colaboradora importante, exercendo várias ações, especialmente no Laboratório que dirigiu por alguns anos, com competência e dedicação”,

MARTHA AZEVEDO BARRETO (filha) médica, com pós graduação no INCOR/São Paulo, tem o título de Especialista em Ecocardiografia. Organizou e dirige o Serviço de Ecocardiografia do SÃO LUCAS. Para o pai ela “tem o mérito de participar, desde que era estudante de Medicina, colaborando com o HOSPITAL ininterruptamente, com muita dedicação e interesse, e como inspiradora do G6, enquanto está também envolvida nos estudos da Medicina Antroposófica.”

CÉLIA BARRETO GARCEZ (filha) é odontóloga e dedicou-se, por vários anos à profissão. Voltada para o social, organizou e dirigiu, com carinho, a Creche Dom Luis Mousinho, mantida pela FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, entidade da qual foi presidente. Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO ressalta que a filha, por opção pessoal, dedica a maior parte do seu tempo à comunidade católica SERVOS E SERVAS DA SANTÍSSIMA TRINDADE, do bairro Santa Maria. Lá exerce, também, uma função voluntária, como dentista,

PAULO AZEVEDO BARRETO (filho), formado na Universidade Federal da Bahia como Engenheiro Elétrico. Viveu dois anos na Alemanha, estudando Informática. Trabalhou alguns anos em firmas, em São Paulo. Vindo para Aracaju tornou-se Assistente do Superintendente do HOSPITAL SÃO LUCAS. Fez MBA em Administração e depois se tornou Superintendente, substituindo o pai, que assumiu a presidência do Conselho de Administração. Tem realizado, com sua equipe, um trabalho elogiável, conseguindo várias conquistas: melhorou alguns serviços, criou outros e com muita luta viabilizou a Acreditação do HOSPITAL, junto ao Ministério da Saúde. Para Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO o filho “tem a difícil missão de gerir uma empresa familiar, embora seu autocontrole, sua calma e sua constante preocupação em estar atualizado, têm facilitado o cumprimento da responsabilidade que lhe foi confiada,

JOSÉ AUGUSTO BARRETO FILHO (filho), médico que depois da Residência Médica em Cardiologia e Doutorado no INCOR/São Paulo, fez concurso para a Universidade Federal de Sergipe, passando a dividir o seu tempo entre o ensino, a pesquisa e a clínica médica, sendo, conforme afirma o Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO “reconhecido pelos seus colegas e clientes, pelo seu valor”,

RICARDO AZEVEDO BARRETO (filho), psicólogo, professor da Universidade Tiradentes, com Especialização, Mestrado e atualmente concluindo o Doutorado, teve a oportunidade de implantar o Projeto de Humanização do HOSPITAL SÃO LUCAS, onde, de acordo com o Fundador, “realiza com sua equipe um trabalho original, novo e da maior relevância para o Hospital”,

ALINE C. ALBUQUERQUE BARRETO (nora), Assistente Social, com curso de Especialização em Recursos Humanos, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.É responsável pelo RH do HOSPITAL, “com dedicação, capacidade e competência” no dizer do Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO. Ela dedica parte do seu tempo na direção da Creche Dom Luis Mousinho, da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS,

VALÉRIA PRADO BARRETO (nora) Médica graduada pela USP, com Mestrado em Otorrinolaringologia, trabalha no Setor de Endoscopia, realizando exames, enquanto mantém sua clínica. Para Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO “ela tem uma missão muito importante, como esposa do Superintendente, participando da responsabilidade que cabe a ele administrar”,

MARA CARDOSO BARRETO (nora) Odontóloga, Especialista e Mestra em Odontopediatria pela Universidade de São Paulo. É professora da Universidade Tiradentes. Segundo o Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO “a esposa do seu filho Ricardo junta o talento profissional com as qualidades pessoais de sensibilidade, criando uma harmonia que ajuda a enfrentar as surpresas da vida.”

JOÃO DE ANDRADE GARCEZ (genro), odontólogo, foi Diretor Administrativo do HOSPITAL “com dedicação e zelo”, como lembra o Fundador. Implantou o Centro de Estudos Técnicos na área da Saúde, da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, prestando relevantes serviços à comunidade, formando centenas de jovens,

ANTONIO JOSÉ MARQUES (genro), Advogado, Escritor e Psicólogo. Para Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO “ele é bom esposo e pai e exerce também a função de bom conselheiro no seio da família.”.

MAURÍCIO AZEVEDO TODT (filho de Dr. TODT, sobrinho de Dr. JAB), tem exercido várias funções, ao longo dos 22 anos de trabalho, sendo, atualmente, Diretor Comercial. Para Dr. JOSÉ AUGUSTO BARRETO “ele é um cooperador, que se dedica integralmente ao compromisso maior de garantir a boa qualidade do atendimento hospitalar”,

ANA LUIZA TODT FARO (filha do Dr. TODT), médica radiologista, com Especialização e Residência em Imageologia, no Hospital São Rafael, na Bahia. Participa do Serviço de Tomografia do HOSPITAL SÃO LUCAS, em parceria com outros colegas, “caracterizando-se, afirma JOSÉ AUGUSTO BARRETO, como profissional competente, dedicada e reconhecida pelo bom relacionamento médico –paciente”

SÉRGIO TODT (filho do Dr. TODT), formado em Administração, com Mestrado na Universidade Federal da Paraíba. Trabalhou durante 10 anos, de 1993 a 2003, no HOSPITAL SÃO LUCAS e deixou, segundo JOSÉ AUGUSTO BARRETO, “conceito de capacidade de trabalho e espírito criativo”,

JOÃO CARLOS TODT NETO (filho do Dr. TODT), médico otorrinolaringologista, com Mestrado na UFS, em Ribeiro Preto/SP. Trabalha no Serviço de Endoscopia do HOSPITAL SÃO LUCAS e divide consultório clínico com seu pai. Para JOSÉ AUGUSTO BARRETO “trata-se de um profissional competente e bem conceituado,”

ÂNGELA TODT ARAGÃO, Defensora Pública do Estado, e seu esposo ALDO SOUZA ARAGÃO, Promotor de Justiça, ex-Conselheiros da FUNDAÇÃO SÃO LUCAS, onde “voluntariamente, colaboraram com a instituição”, diz JOSÉ AUGUSTO BARRETO,

HOMENAGEM PÓSTUMA

Dra. BETÂNIA OLIVEIRA

Dr. FERNANDO MAYNARD

Dr. NESTOR PIVA

Dr. ROBERTO PAIXÃO

Dr. MARCELO VILAS BOAS

Sr. ALBERTO SILVEIRA

EXEMPLOS VÍVIDOS E INSPIRADORES

Dr. AUGUSTO CÉSAR LEITE - Patrono do Centro Cirúrgico

Dr. JOSÉ MACHADO DE SOUZA – Patrono da Biblioteca

Dr. FERNANDO SAMPAIO – Patrono do Auditório Dr. NELSON MELO – Patrono do Serviço de Urgência, exemplo de sacerdócio Médico no interior.